Campo Grande •11 de Dezembro de 2017  • Ano 6
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Da redação | Quinta, 27 de Julho de 2017 - 09h59Contador é preso suspeito por fraude na PrevidênciaCrime consistia em criar falsos vínculos empregatícios através de lançamentos fraudulentos no sistema da Previdência Social

(Foto: Luciano Muta)

Um homem de 62 anos foi preso na última terça-feira, 25, acusado por fraude na previdência social. Ele foi preso durante operação da Força Tarefa Previdenciária, desencadeada pela Polícia Federal. A fraude era no benefício auxílio-reclusão, que é concedido a parentes de presos pela Previdência Social.

De acordo com as informações do chefe do serviço de benefícios do INSS de Campo Grande, Raimundo Pereira Ruiz, o crime consistia em criar falsos vínculos empregatícios através de lançamentos fraudulentos no sistema da Previdência Social, além de falsas anotações em Carteiras de Trabalho e em Livros de Registros de Empregados, para que dependentes de presos conseguissem receber auxílio-reclusão. 

"Para o recebimento desse tipo de benefício é necessário que o preso tenha a condição de segurado junto ao INSS na data da prisão, o que não ocorria em nenhum dos casos investigados", afirma Ruiz. Com a criação dos falsos vínculos, a intenção era permitir que esses presos conseguissem o auxílio reclusão a que legalmente não teriam direito. 

A Operação Extemporâneos é executada pela Superintendência Regional da Polícia Federal no Mato Grosso do Sul, por meio da Delegacia de Combate aos Crimes Previdenciários (Deleprev), em conjunto com a Coordenação de Inteligência Previdenciária do Ministério da Fazenda (Coinp). 

Além do mandado de prisão preventiva, foi cumprido um mandado de busca e apreensão. O homem foi preso dentro de seu carro quando já empreendia fuga para o Paraguai. No interior do veículo, foram apreendidos diversos documentos que corroboram as provas colhidas na investigação. O homem preso, natural de Porto Murtinho e residente em Campo Grande, encontra-se custodiado na SR/PF/MS à disposição da Justiça Federal.

Conforme o apurado até o momento, não havia participação das empresas em nome das quais eram registrados os falsos vínculos. Os prejuízos aos cofres públicos causados pela ação delituosa, até agora calculados, somam R$ 292 mil, que foram repassados indevidamente a título de auxílio-reclusão. 

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