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Valdelice Bonifácio | Segunda, 31 de Julho de 2017 - 17h00Caso Mayara: polícia diz que provas apontaram para latrocínioInvestigação será concluída na sexta-feira, quando inquérito será enviado à Justiça

  
Mayara Amaral, 27 anos, foi morta a marteladas em um motel em Campo Grande (Foto: Reprodução/Facebook)
  • Mayara Amaral, 27 anos, foi morta a marteladas em um motel em Campo Grande
  • Trio está preso pela morte de Mayara Amaral; eles respondem por latrocício e ocultação de cadáver (Foto: Marco Miatelo)
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  • (Foto: Reprodução/Facebook)

Em nota divulgada nesta segunda-feira, 31 de julho, a Polícia Civil esclareceu que durante as investigações da morte da musicista Mayara Amaral, 27 anos, não descartou o crime de feminicídio, mas que as provas apontaram para latrocínio (roubo seguido de morte). A polícia cita ainda que o crime de latrocínio é o mais grave da legislação penal em vigor, cuja pena mínima é de 20 anos de reclusão e a pena máxima, 30 anos de reclusão.

“Não houve nenhum preconceito ou relutância da Polícia Civil em registrar o crime como feminicídio, atuando de forma imparcial e livre de preconceitos de gênero. Importante destacar que tal enquadramento se fundamenta no resultado das apurações preliminares e que justificaram a prisão em flagrante. O que ocorreu, no caso em apreciação, é que as provas colhidas nos primeiros momentos da investigação criminal indicaram que a morte foi motivada pelo roubo”, justifica a polícia.

Familiares de Mayara Amaral têm pressionado pela reenquadramento do crime, através das redes sociais e mobilizando manifestações. A jovem foi assassinada a marteladas dentro de um motel em Campo Grande. Ela foi atraída ao local por um amigo e pensou tratar-se de um encontro amoroso, mas, na verdade, uma emboscada estava prepara para rouba-la e matá-la.

O corpo dela foi encontrado em chamas na região do Inferninho, na saída para Rochedo, em 25 de julho. No dia seguinte, a polícia prendeu Luis Alberto Bastos Barbosa, 29 anos, que foi quem atraiu a jovem para a cilada, Ronaldo da Silva Olmeda, 30, conhecido como Cachorrão, e Anderson Sanches, 31.

“Desde o princípio do trabalho policial, em nenhum momento o feminicídio foi descartado como uma das linhas de investigação. O trabalho policial neste momento depende do resultado de diligências e perícias que começaram a ser produzidas já na prisão em flagrante”, explicou a Polícia Civil.

A Polícia Civil reforça ainda que a prisão célere dos autores permitiu que fossem colhidas provas materiais sobre a autoria e existência do crime e a efetiva responsabilização dos autores, conforme as respectivas culpabilidades. A investigação segue em curso e será concluída até a próxima sexta-feira, 04/08/2017, quando o Inquérito Policial será encaminhado para a Justiça.

“A polícia Civil entende e respeita a dor da família. Em razão disto e de toda a responsabilidade que possui junto a sociedade, trabalha com a verdade real dos fatos. A PCMS tem obrigação de atuar de forma técnica, consubstanciada em provas reais, não agindo ou permitindo a subjetividade em seu trabalho”, ressaltou a nota.

Manifestação – Familiares e amigos da musicista Mayara Amaral organizam um ato público para 4 de agosto, próxima sexta-feira, em Campo Grande. Eles pretendem bradar contra as formas de violência que atingem as mulheres. O manifesto foi batizado de ‘Ato Nós por nós contra o Feminicídio!’ O grupo deverá sair da Praça Ary Coelho, a partir das 16 horas, e vai até a Orla Ferroviária.

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