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31 de março de 2020 • Ano 9
Diretor de RedaçãoUlysses Serra Netto
Campo Grande

Capital está no topo em consumo de crack

Das trinta e três cidades pesquisadas 41% fazem consumo da droga

15 Jan2020Da redação09h05

Campo Grande está no topo das cidades com nível extremamente alto em relação ao consumo de crack. Uma pesquisa realizada pela CNM (Confederação Nacional de Municípios) divulgada no último dia (13), aponta alto índice de problemas relacionados ao consumo de crack (uma droga ilícita caracterizada como um subproduto da pasta da cocaína), em vários municípios de Mato Grosso do Sul.

Os dados atualizados no mapa do Observatório do Crack mostram que 97,31% de 1.599 cidades brasileiras enfrentam problemas com consumo de drogas.

Um dos pontos levantados é a capilaridade do problema, que alcança pequenas e grandes cidades, mais próximas ou distantes de grandes polos ou mesmo da fronteira do país. Isso porque 87,3% dos Municípios pesquisados são localidades de pequeno porte — ou seja, possuem menos de 50 mil habitantes. O presidente da CNM, Glademir Aroldi, destaca que o alcance das drogas nos Municípios menores esbarra ainda na falta de recursos para enfrentar a temática. “Não é possível ter um Caps em todas as cidades. Por isso, precisamos de serviços regionalizados, com apoio da União e dos Estados também”, opina.

Pelo menos 33 cidades participaram da pesquisa, a cidade de Maracaju está no ranking de consumo médio da droga.  Em Água Clara, Aral Moreira, Caarapó, Campo Grande, Coronel Sapucaia, Costa Rica, Itaquiraí, Paranaíba, São Gabriel do Oeste e Três Lagoas o índice de problemas relacionados ao crack, é considerado extremamente alto.

Algumas cidades considerada cm nível médio causa preocupação pois são cidades do interior onde o nível de consumo tem aumentado entre as cidades estão Amambaí, Camapuã, Cassilândia, Coxim, Deodápolis, Fátima do Sul, Japorã, Jardim, Novo Horizonte do Sul, Pedro Gomes, Rio Negro, Rio Verde de Mato Grosso, Santa Rita do Pardo, Selvíria e Sete Quedas.

O nível de problemas ligados ao uso de drogas como o crack é considerado baixo em Corumbá, Jateí, Nioaque e Terenos.

 

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