Campo Grande •11 de Dezembro de 2017  • Ano 6
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Da redação | Segunda, 7 de Agosto de 2017 - 18h34Baterista que matou Mayara agiu sozinho, diz PolíciaBens roubados pelo autor do latrocínio somam R$ 17,3 mil, aponta investigação

Ronaldo e Anderson não colaboraram no latrocínio, conclui polícia; Luis Alberto agiu sozinho e tentou incriminar os outros dois
Ronaldo e Anderson não colaboraram no latrocínio, conclui polícia; Luis Alberto agiu sozinho e tentou incriminar os outros dois (Foto: Marco Miatelo)

O baterista Luís Alberto Bastos Barbosa, de 29 anos, que está preso pelo assassinato da musicista Mayara Amaral, 27, agiu sozinho no crime de latrocínio e ocultação de cadáver, segundo a Polícia Civil que encerrou o inquérito e o encaminhou para o Ministério Público Estadual (MPE). Na semana passada, Luís Alberto já havia assumido a autoria do crime em entrevista à Revista Veja.

Com isso, Ronaldo da Silva Olmeda, 30, conhecido como Cachorrão, e Anderson Sanches, 31, inicialmente também enquadrados pelos mesmos crimes do baterista tiveram a tipificação alterada. Ronaldo foi indiciado por tráfico de drogas, pois teria fornecida pasta base para Luís Alberto. Anderson foi indiciado por receptação já que comprou o carro da vítima depois do assassinato.

Segundo a Polícia Civil, foi o próprio baterista quem atraiu a jovem para o motel, onde a matou a marteladas e depois tentou ocultar o cadáver sem a ajuda dos outros dois. O corpo da musicista foi encontrado por populares em uma área nas proximidades do local conhecido como Inferninho, na saída para Rochedo, em Campo Grande, ainda em chamas, na tarde de 25 de julho. Os três suspeitos foram presos menos de 24 horas depois.

Luís Alberto já tinha confessado que só tentou incriminar os outros dois pois acreditava que poderia diminuir a própria pena. “Fiz tudo sozinho. Só procurei o Ronaldo (Cachorrão) e o Anderson para me livrar do carro. Eles compraram por 1 000 reais. Essa foi a única participação que tiveram no crime”, assegurou à revista Veja.

A polícia também calculou o valor dos bens roubados da vítima pelo autor do crime. Juntos os instrumentos musicais, notebooks, amplificador de som e o veículo da musicista somam R$ 17,3 mil. Diante do valor dos bens roubados, a polícia está certa de que a motivação do crime foi roubo planejado pelo baterista. Ele contudo, apresenta outra versão. Afirma que matou a jovem após discutir com ela no motel, mas sem ter premeditado.

No decorrer das investigações, a polícia utilizou as imagens de câmeras de vídeo do motel, e recursos de geolocalização que mostram o horário e o local por onde o aparelho celular da vítima passou. Além disso, foram ouvidas 20 testemunhas.

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