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16 de setembro de 2019 • Ano 8
Diretor de RedaçãoUlysses Serra Netto
Colaboração

GM preso por transportar armas

Autoridades informaram que ele usava um veículo que tinha sido roubado

20 Mai2019Mara Machado - Especial para o Diário Digital11h12
(Foto: Luciano Muta)
  • Autoridades do Garras e da Tropa de Choque falaram sobre a apreensão de armas
  • (Foto: Luciano Muta)
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Após a apreensão do arsenal de armas ontem (19), no Bairro Monte Líbano, por meio de investigações foi constatado que um guarda municipal está envolvido no transporte delas. Ele foi preso por posse de arma de uso restrito e por usar um veículo modelo Fiat Uno, registrado como roubado. A ação ocorreu por meio do trabalho da Delegacia Especializada Repressão a Roubos a Banco, Assaltos e Sequestros (Garras) em parceria com o Batalhão de Choque da Polícia Militar do Mato Grosso do Sul. Foram presos 17 pistolas, oito armas longas, 700 munições, além de bloqueadores de sinal, que dificultavam o sinal por exemplo de rádios da polícia e celulares. Entre as arma estão pistolas, fuzis, espingardas e carabinas. O guarda com inicias M.R., antes a esse caso, possuía uma passagem, que foi anterior a entrada dele na Guarda Municipal.

Para esclarecer o caso, foi realizada uma coletiva, hoje, em que estavam os delegados João Paulo Sartori e Fábio Peró, junto com o Capitão Rocha da Tropa de Choque. As armas foram encontradas em três locais diferentes, no Conjunto Residencial Recanto dos Rouxinóis, nos Bairros Caiobá e Monte Líbano. Nos dois primeiros lugares eram onde o guarda residia e que foram localizadas algumas armas, enquanto a do Monte Líbano apresentava sinais de abandono, foi encontrado uma quantidade maior.

De acordo com informações, as armas ilegais são possivelmente de origem paraguaia, mas que só será confirmado a partir da perícia. Além disso, ainda não se sabe para onde seriam destinadas. Para o responsável da Delegacia Especializada Repressão a Roubos a Banco, Assaltos e Sequestros, Fábio Peró, o que mais possui destaque é o número de armas encontradas. “O que chama a atenção é a quantidade de armas, por ser lesivo e por estar em Campo Grande”, comentou.

Segundo Capitão Rocha da Tropa de Choque, além da quantidade, os tipos de armas também chamam a atenção, muitas são utilizadas pelo Exército, e o valor delas é alto, um fuzil por exemplo custa em torno de 30 e 35 mil reais, enquanto uma pistola, sete mil reais.

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