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15 de dezembro de 2018 • Ano 7
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Campo Grande

Advogado de Olarte é preso pela Polícia Federal

Jail Azambuja está na Superintendência da PF na Capital e deve ser levado ao Paraná

13 Mar2018Da redação18h18

O advogado Jail Benites Azambuja está preso na Superintendência da Polícia Federal (PF) em Campo Grande. Segundo a assessoria de imprensa da instituição, a ordem para prisão é da Justiça Federal de Umuarama (PR). A PF da Capital não tem informações sobre os motivos da prisão, pois apenas executou a ordem na tarde desta terça-feira, 13 de março.

A expectativa é de que o advogado seja levado ao Paraná para prestar depoimento. O caso corre em sigilo. Jail Azambuja é conhecido na Capital por defender o ex-prefeito de Campo Grande Gilmar Olarte.

Uma pesquisa feita junto a veículos de imprensa do Paraná, apontam que Jail Azambuja  esteve preso quando era juiz federal, suspeito de envolvimento em um atentado contra um colega. Ele também teria forjado um atentado contra si, o que levou à sua aposentadoria compulsória.

Os casos - Em 2009, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) determinou a aposentadoria proporcional compulsória (por tempo de serviço) de Jail Azambuja, na época juiz federal, titular da Subseção Judiciária de Umuarama, Noroeste do estado.

A decisão foi tomada pelo Plenário do TRF4. Azambuja é suspeito de ter forjado um atentado contra si mesmo, no dia 28 de fevereiro de 2008. De acordo com a assessoria de imprensa do TRF4, a pena é referente ao processo administrativo disciplinar, mas cabe recurso.

Conforme o jornal Gazeta do Povo, o magistrado também é investigado sob a acusação de estar envolvido num atentado contra a casa do juiz federal Luiz Carlos Canalli em 19 de setembro de 2008. No dia 27 de setembro daquele ano, Azambuja foi preso suspeito de ter forjado o atentado contra si mesmo. No mesmo dia, o motorista e jardineiro de Azambuja, Adriano Vieira, foi preso suspeito de ter atirado contra a casa de Canalli a pedido do juiz acusado.

Azambuja foi detido temporariamente em setembro de 2008, em Curitiba, acusado de participação no atentado, mas foi liberado depois de quatro dias, após prestar depoimento.

(Com informações do jornal Gazeta do Povo)

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