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26 de agosto de 2019 • Ano 8
Diretor de RedaçãoUlysses Serra Netto
Garras

Guardas acusados de obstruir investigações são presos

Tribunal de Justiça deferiu o pedido e hoje os acusados foram presos durante audiência

1 Ago2019Da redação15h49
(Foto: Assessoria/Divulgação)
  • (Foto: Assessoria/Divulgação)

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul decretou as prisões dos guardas municipais Rafael Antunes Vieira e Robert Vitor Kopetski e de Flávio Narciso Morais da Silva, acusados de tentar obstruir investigações levadas a efeito pelo Garras, em regime de força tarefa. Os três foram presos na tarde de quarta-feira, 31 de julho durante audiência no Fórum.

Os dois guardas municipais haviam sido presos pela Delegacia Especializada de Repressão a Roubos a Bancos, Assaltos e Sequestros (Garras), em 22 de maio, sob acusação de obstrução de justiça, já que juntamente com o Flávio ameaçaram a esposa de Marcelo Rios, preso com o armamento no dia 19.

Durante a operação do Garras, com o apoio do Batalhão de Choque da Polícia Militar, que resultou na prisão de Marcelo, foram apreendidos em um imóvel dois fuzis AK-47, quatro fuzis calibre 556, uma espingarda calibre 12, uma espingarda calibre 22, 17 pistolas, um revólver calibre 357 e várias munições, além de silenciadores, lunetas e bloqueadores de sinal de tornozeleiras eletrônicas.

Conforme o Garras, as armas estavam todas estavam prontas para uso. Após o flagrante, Marcelo teve prisão convertida em preventiva pela Justiça. Já os três acusados de coagir a mulher dele foram soltos pela Justiça em 31 de maio.

O Ministério Público pediu à Justiça que os acusados fossem presos novamente, mas o pedido foi negado na primeira instância. Houve recurso à corte superior e o Tribunal de Justiça deferiu o pedido e hoje os acusados foram presos durante audiência no Fórum de Campo Grande.

Os presos foram encaminhados para o Garras e de lá serão recambiados para o sistema prisional.

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