Campo Grande •22 de Novembro de 2017  • Ano 6
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Valdelice Bonifácio | Sábado, 4 de Fevereiro de 2017 - 16h54Ação anti contrabando que fechou loja continuará em MSForça-tarefa recolheu R$ 200 mil em mercadorias e fechou loja na Capital

Comércio populares e lojas do interior do Estado também poderão ser alvos da força-tarefa
Comércio populares e lojas do interior do Estado também poderão ser alvos da força-tarefa (Foto: Arquivo Diário Digital)

A ação anticontrabando desencadeada após pedido de fiscalização do Ministério Público Estadual (MPE), em lojas de Campo Grande, vai continuar na Capital e ainda poderá ser estendida para todo o Estado, em caso de novas suspeitas de irregularidades. Para isso, a força-tarefa composta pelo Procon-MS, Polícia Civil e Receita Federal continuará ativa e vigilante, segundo Rosimeire Cecília da Costa, superintendente do Procon-MS.

Nesta semana, a força-tarefa visitou quatro estabelecimentos, na Capital. A ação resultou no fechamento de uma loja no Shopping Campo Grande onde foi constatada irregularidade no CNPJ. Houve apreensões em três estabelecimentos fiscalizados, totalizando 24 caixas de produtos de origem duvidosa. O valor da mercadoria apreendida foi avaliado, pela Receita Federal, em R$ 200 mil.

Conforme Rosimeire, a ação envolveu 22 servidores dos órgãos participantes e foi planejada com antecedência. “Fizemos uma avaliação do trabalho e concluímos que os objetivos foram alcançados. Portanto, a ideia é reproduzir o trabalho para evitar que o consumidor seja lesado”, menciona. Não estão descartadas visitas em comércios  populares, como o Camelódromo no Centro de Campo Grande, por exemplo.

A maior parte das apreensões foi de roupas que não tinham etiquetas de exportações e nem informações exigidas no Brasil. As peças de origem duvidosa foram encaminhadas para a Receita Federal. Conforme Rosimeire, em função da irregularidade foi decretado o perdimento do material que não poderá ser recuperado pelos estabelecimentos.

Também foram apreendidos perfumes de marcas famosas, mas cuja origem era duvidosa. A mercadoria, considerada arriscada para o uso, será incinerada. Também foram recolhidas pelos fiscais bebidas que eram servidas aos clientes, mas que não tinham origem comprovada.

Os estabelecimentos onde foram constatadas as irregularidades agora responderão pelos crimes na Polícia Civil e Receita Federal.

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