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23 de março de 2019 • Ano 8
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Capital

Peão é condenado a 16 anos de prisão

Em depoimento acusado negou tes estuprado e estrangulado vítima

15 Mar2019Luany Mônaco - Especial para o Diário Digital17h51

Aconteceu na manhã desta sexta-feira (15) o julgamento do peão, de 24 anos, acusado de estuprar e matar uma moça de 15 anos em maio de 2018. O réu aguardou a audiência preso, ele estava encarcerado desde o mês do crime quando foi capturado na cidade de Terenos, distante 28 quilômetro da Capital, onde aconteceu o crime.

Durante depoimento Felipe Castro de Souza disse que agiu em um momento de descontrole, mas negou ter estuprado e estrangulado a vítima.

Os dois haviam saído de uma reunião com amigos quando pararam em um matagal onde mantiveram relações sexuais. Felipe afirmou que tudo aconteceu com consentimento da vítima e que não sabe por que o corpo estava sem roupa, já que no momento da discussão ambos já haviam se vestido.

A discussão entre a vítima e o suspeito teria se iniciado porque a vítima ameaçou contar sobre o envolvimento com Felipe à namorada do rapaz, tudo ainda teria se intensificado quando a garota disse que era portadora de HIV, foi quando Felipe desferiu várias pedradas na cabeça da moça, “agi por impulso, não queria matar ela” disse ele durante o julgamento.

Imagens de circuito de segurança captaram o rapaz em uma bicicleta acompanhado de uma garota sentada na garupa, a polícia conseguiu identificar o suspeito, pois o boné que aparecia na filmagem era o mesmo encontrado na cena do crime.

Felipe Castro foi condenado a 16 anos de prisão por homicídio qualificado por meio cruel e feminicídio, em menosprezo ou discriminação à condição de mulher. A defesa do réu considerou a tese do privilégio da violenta emoção logo em seguida à injusta provocação da vítima e pediu a exclusão das acusações qualificadoras.  

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