Campo Grande •24 de Setembro de 2017  • Ano 6
OrganizaçãoIvan Paes BarbosaDiretor de RedaçãoUlysses Serra Neto
Full banner Governo -  MS Desenvolve

Agência Brasil | Sábado, 31 de Dezembro de 2016 - 15h37Viúva acusada pela morte de embaixador já está no Complexo de BanguEmbaixatriz Françoise de Souza nega envolvimento no crime

(Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil)

O embaixatriz Françoise de Souza Oliveira, apontada pela polícia como mandante da morte do embaixador da Grécia no Brasil, Kyriankos Amiridis, já está no Complexo Prisional de Bangu. Ela foi transferida no início da manhã deste sábado (31) para a Cadeia Pública Joaquim Ferreira de Souza, unidade feminina, onde também se encontra Adriana Ancelmo, ex-primeira dama do estado do Rio de Janeiro.

Françoise negou envolvimento na morte do marido, mas em depoimento um outro preso, Eduardo Moreira de Melo, disse que receberia dela R$ 80 mil para participar do crime, juntamente com o policial militar Sergio Gomes Moreira Filho, primo dele e, segundo a polícia, amante da embaixatriz. O PM foi transferido para o Batalhão Especial Prisional (BEP), em Niterói. Ele confessou participação no crime.

O carro que o embaixador dirigia foi encontrado queimado na manhã de quinta-feira (29), embaixo de um viaduto do Arco Metropolitano, em Nova Iguaçu. Dentro, estava o corpo carbonizado do diplomata.

De acordo com o delegado Evaristo Pontes, da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense, Amiridis foi morto dentro de sua casa, em Nova Iguaçu, pelo policial militar e depois levado para o carro, enrolado em um tapete, com a ajuda do primo.

Os dois aparecem em gravações de câmeras de segurança, no condomínio do embaixador.

Os três tiveram prisão temporária de 30 dias decretada pela Justiça. Uma quarta pessoa, um mototaxista que levou o PM Moreira até o local onde o carro foi incendiado, está sendo investigado, mas não teve a prisão reequerida.

Conforme o delegado, entre as motivações para o crime pode estar a apropriação de bens e até de seguro de vida do embaixador, mas isto ainda está sendo investigado.

O diplomata estava desaparecido desde a última segunda-feira (26). Amiridis morava em Brasília e passava férias no Rio de Janeiro, onde foi cônsul-geral de 2001 a 2004.

Veja Também
Projeto facilita retirada de conteúdos da internet que induzam ao suicídio
Corumbá vai substituir nove mil lâmpadas comuns por LED
Parceria combate discriminação por orientação sexual
Nova espécie de aranha é descoberta em MS
Aviões militares dos Estados Unidos voam perto da Coreia do Norte
MPE investigará denúncia de corrupção na Câmara de Ivinhema
Prova para revalidar diploma de medicina obtido em outros países será amanhã
Governo promove palestra de prevenção ao suicídio para servidores
Três Lagoas implanta super antivírus para proteger dados
MPF denuncia seis pessoas por falsificação de documentos
Square Noticias UCDB
Vídeos
Últimas Notícias  
Diário Digital no Facebook
DothShop
Rec banner - Patio central
DothNews
© Copyright 2014 Diário Digital. Todos os Direitos Reservados
© Copyright 2017 Diário Digital. Todos os Direitos Reservados
 Plataforma Desenvolvimento