Campo Grande •17 de Agosto de 2017  • Ano 6
OrganizaçãoIvan Paes BarbosaDiretor de RedaçãoUlysses Serra Neto
Full Banner FM Cidade

Da redação | Terça, 18 de Julho de 2017 - 17h34Veterinários recebem capacitação sobre Leishmaniose na CapitalEvento abordará prevenção, diagnóstico, tratamento e discussão de casos

(Foto: Divulgação)

Cerca de 250 veterinários participarão nesta sexta-feira e sábado (21 e 22 de julho), no Grand Park Hotel, em Campo Grande, de um evento de capacitação para o tratamento da Leishmaniose Visceral Canina. Durante os dois dias do encontro, os médicos veterinários Romeika Reis e Márcio Moreira abordarão questões que envolvem prevenção, diagnóstico, tratamento, epidemiologia e discussão de casos. Com 96 ocorrências em 2015, último número oficial divulgado pelo Ministério da Saúde, Mato Grosso do Sul responde por 60,5% do total de casos de Leishmaniose em toda região Centro-Oeste.

“A Leishmaniose é um grande desafio para o veterinário. De difícil diagnóstico e com um tratamento aprovado recentemente, ainda restam muitas dúvidas sobre o tema. Nosso objetivo é ajudar a capacitar estes profissionais para enfrentarem a doença. Esse é o segundo de cinco encontros que realizaremos em todo o Brasil”, destaca Romeika.
  
Tratamento para Leishmaniose - Recentemente, foi aprovado pelos Ministérios da Saúde e da Agricultura a comercialização do primeiro e único tratamento contra a Leishmaniose Visceral Canina. Trata-se de MilteforanTM, medicamento desenvolvido pela Virbac, multinacional francesa dedicada exclusivamente à saúde animal.  

Até a aprovação do medicamento, a recomendação para cães diagnosticados com Leishmaniose era a eutanásia. Agora, com o uso do Milteforan, o cão poderá obter a cura clínica e epidemiológica, reduzindo significativamente a quantidade de parasitas em seu organismo e, com isso, deixar de ser transmissor da doença. O tratamento requer acompanhamento e monitoramento com um médico veterinário para toda a vida do animal. 

Transmitida pela picada do “mosquito-palha”, o tratamento dos cães é apenas uma medida necessária para a prevenção da Leishmaniose dentro de um conjunto de outras ações. O combate ao mosquito, impedindo-o de se multiplicar e de picar animais e humanos, é outro fator importante. Este combate deve ser feito através da utilização de repelentes e do controle ambiental nos locais onde eles se proliferam (retirada de frutas em decomposição, material orgânico, folhas que caem das árvores).

Veja Também
Capital inaugura casa de acolhimento para pessoas com deficiência
Três Lagoas intensifica vacinação contra HPV e Meningite
Estudante do IFMS é selecionado para o Parlamento Jovem Brasileiro
Mais de 40% dos flagrantes de violência contra a mulher resultam em prisão
Regional abre portas do PAM e desagrada prefeitura
STF nega indenização a MT por criação de parque indígena
CMO abre portões à comunidade no dia 27 de agosto
Enfermagem da Uems tem primeiro grupo de acadêmicos no Samu
MS poderá ter Cadastro de Condenados por Racismo ou Injúria Racial
Indígenas bloqueiam rodovia entre Dourados e Itaporã
Square banner notícias UCI
Vídeos
Últimas Notícias  
Diário Digital no Facebook
DothNews
Rec banner - Patio central
© Copyright 2014 Diário Digital. Todos os Direitos Reservados
© Copyright 2017 Diário Digital. Todos os Direitos Reservados
 Plataforma Desenvolvimento