Menu
18 de dezembro de 2018 • Ano 7
Diretor de RedaçãoUlysses Serra Netto
Mega Banner Pátio Central - Natal
Febre amarela

Sociedades médicas orientaam sobre vacinação

Material com esclarecimentos está sendo distribuído por todo o país

15 Abr2018Da redação com Agência Brasil11h16

Quatro entidades médicas divulgaram uma nota técnica para esclarecer alguns pontos sobre a vacinação contra a febre amarela. O objetivo é dar segurança aos médicos e outros profissionais da saúde envolvidos na orientação da população brasileira para aumentar a adesão à vacinação contra a febre amarela.

Os documentos são assinados pela Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Sociedade Brasileira de Medicina Tropical (SBMT), Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) e Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). A nota técnica inclui um protocolo inédito para orientar os profissionais que atuam na triagem sobre quem pode ou não ser vacinado.

O guia contém perguntas sobre o uso de medicamentos, presença de determinadas enfermidades e histórico de alergia grave ao ovo ou a algum dos componentes da vacina. Entre os grupos que não devem ser vacinados estão crianças menores de 6 meses de idade, pacientes com reação de hipersensibilidade grave a algum componente da vacina, pacientes em uso de medicamentos biológicos em geral, pacientes em uso de medicamentos imunossupressores e pessoas com história de doença do timo.

Já para os chamados grupos de precaução, a recomendação da vacina de febre amarela precisa ser analisada previamente pelo médico ou profissional da saúde. “Isto acontece naquelas situações em que a contraindicação não deve ser generalizada para todos, mas merece cuidado na avaliação dos riscos (possibilidade de se infectar versus possibilidade de evento adverso grave e os benefícios para seu paciente quando o risco de se infectar é maior que o risco de evento adverso grave)”, informa o documento.

São considerados grupos de precaução: pessoa com doenças imunossupressoras ou em tratamento com medicamentos imunossupressores, gestantes, pessoas maiores de 60 anos de idade, mulheres amamentando lactentes com menos de 6 meses de idade, pessoas que vivem com HIV/Aids e pessoas com doenças autoimunes, como lúpus, doença de Addison e artrite reumatoide.

Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil confirmou 1.127 casos e 331 óbitos entre 1º julho de 2017 a 10 de abril deste ano. Os estados do Rio de Janeiro, Bahia e São Paulo estão com a cobertura abaixo da meta, que é de 95%, e 10 milhões de pessoas ainda precisam se vacinar contra febre amarela

Veja Também

CNJ aprova novo auxílio-moradia de até R$ 4.377,73 para magistrados
MPF obriga DNIT a adotar medidas de proteção à fauna pantaneira
Estudo indica que zika pode provocar infertilidade em homens
Inep: quase 300 instituições têm 'nota baixa' de qualidade
Ex-sargento da PM sofre nova condenação
Asilo de Battisti teve motivação político-partidária, diz Sérgio Moro
Resolução define plano de trabalho para agentes de saúde
Confira a escala dos postos de saúde nesta terça-feira
Ato incineratório Defron vai queimar 6.540 kg de drogas Material que será incinerado é produto de apreensões feitas durante o ano
Planalto Posse de Bolsonaro terá de 250 a 500 mil pessoas Cerimonial da presidência espera multidão em Brasília no dia 1º de janeiro