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24 de junho de 2018 • Ano 7
Diretor de RedaçãoUlysses Serra Neto
Saúde

Unidades de saúde orientam pessoas que queiram abandonar o vício

São 36 locais de atendimento distribuídos na Capital

29 Ago2017Da redação16h15

Nesta terça-feira, 29 de agosto, é o Dia Nacional de Combate ao Fumo e para celebrara esse dia unidades básicas de saúde (UBS) e de saúde da família (UBSF) e a Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) de Campo Grande vão realizar ações para orientar a população quanto aos danos do cigarro.

Na UBS Alfredo Neder no Bairro Coophavilla II, os profissionais conversaram com os frequentadores da Academia ao Ar Livre instalada bem ao lado da unidade de saúde. Foram distribuídos materiais informativos e aqueles que fazem uso do cigarro, receberam orientação para iniciar o tratamento para abandonar o vício.

Já no período da tarde deste Dia Nacional de Combate ao Fumo, os pacientes que estiverem aguardando atendimento no saguão da unidade, vão poder se informar de como é o tratamento e quais os benefícios de não fumar.

Na UBSF Aquino Dias Bezera, no bairro Vida Nova, a ação foi realizada nesta segunda-feira (28), e os profissionais de saúde conversaram com os pacientes que estavam na unidade sobre a importância do organismo livre dos malefícios do cigarro. O tratamento foi ponto abordado e explicado onde ele é realizado.

São 36 locais de atendimento distribuídos entre UBS e UBSF, hospitais e no CEM. Inicialmente, o paciente passa por uma avaliação (teste de Fargestron) para considerar se ele é um fumante leve, moderado ou pesado, dentre outras dimensões e definições relacionadas.

Após a avaliação, o tratamento é realizado por profissionais de saúde de nível superior, passando depois por consultas individuais ou sessões de grupo de apoio, nas quais o paciente fumante entende o papel do cigarro na sua vida, recebe orientações de como deixar de fumar, como resistir à vontade de fumar e, principalmente, como viver sem cigarro.

Durante as quatro primeiras reuniões de grupo (ou consultas individuais) são fornecidos manuais de apoio com informações sobre cada uma das sessões estruturadas. Também são fornecidos medicamentos gratuitos com o objetivo de reduzir os sintomas da síndrome de abstinência à nicotina, mas não é necessariamente o fator principal para o abandono do vício.

Além do tratamento tradicional, algumas unidades de saúde oferecem a auriculoterapia como terapia complementar. É uma técnica originada a partir da Medicina Tradicional Chinesa que utiliza a orelha como um microssistema, ou seja, considera que no pavilhão auricular está representado todo o corpo humano. Sendo assim, ao estimular pontos específicos na orelha com a fixação de grãos de mostarda, produzem-se efeitos à distância. Sua aplicação é rápida, prática e de baixo custo, se mostrando uma ferramenta de grande potencial para o dia a dia das unidades de saúde.

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