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15 de outubro de 2019 • Ano 8
Diretor de RedaçãoUlysses Serra Netto
Pesquisa

Um em cada quatro desempregados procura vaga há dois anos, diz IBGE

Segundo o IBGE, mais de 196 mil entraram para a estatística no período

15 Ago2019R7.COM11h35

Um em cada quatro desempregados procura uma vaga de trabalhohá pelo menos dois anos. É o que diz a Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua Trimestral, divulgada nesta quinta-feira (15) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). 

A pesquisa considera os meses de abril, maio e junho deste ano.

São 3,347 milhões de pessoas nesta condição. Segundo o IBGE, mais de 196 mil entraram para a estatística no período.

Em 2015, 1,435 milhão de brasileiros procuravam emprego há pelo menos dois anos, indicador que mostra a tendência de crescimento do número em função da dificuldade da inserção no mercado de trabalho a partir do início da crise econômica no final de 2014.

O elevado tempo de procura de emprego é um dos fatores que influencia o crescimento do número de desalentados, ou seja, pessoas que desistiram de procurar uma vaga no mercado de trabalho. 

A pesquisa mostra que, no segundo trimestre, o país tinha 4,9 milhões de desalentados, sendo que a maior parte deles está na Bahia (766 mil pessoas) e no Maranhão (588 mil pessoas).

Além do desalento, o grande tempo de procura por um emprego com carteira assinada impulsiona a informalidade, já que as pessoas optam por esta forma de trabalho enquanto não encontram uma oportunidade formal. 

Hoje, o país tem 19,4 milhões de trabalhadores por conta própria sem CNPJ, 11,5 milhões de empregados sem carteira assinada e 873 mil de empregadores sem CNPJ.

A taxa de desocupação no país ficou em 12% no segundo trimestre do ano, atingindo 12,8 milhões de brasileiros. O percentual é menor do que o registrado no primeiro treimestre do ano (12,7%) e no segundo trimestre de 2018 (12,4%).

Desemprego por Estados

A pesquisa mostra que a taxa de desemprego recuou em 10 das 27 unidades da federação e se manteve estável nas outras, em comparação com o primeiro trimestre do ano. 

As maiores taxas de desocupação foram observadas na Bahia (17,3%), Amapá (16,9%) e Pernambuco (16%) e as menores em Santa Catarina (6%), Rondônia (6,7%) e Rio Grande do Sul (8,2%).

A taxa de desocupação do país no segundo trimestre foi de 12%, ficando abaixo do registrado no primeiro trimestre (12,7%) e do mesmo trimestre de 2018 (12,4%).

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