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13 de novembro de 2019 • Ano 8
Diretor de RedaçãoUlysses Serra Netto
Omertà

Tribunal de Justiça julga pedido de habeas corpus para presos da Omertà

Decisão vai definir transferência de Jamil Name, do filho e dois policiais para Presídio Federal do RN

15 Out2019Da redação14h07

Tribunal de Justiça decide nesta terça-feira (15) o destino de quatro presos na Operação Omertà, Jamil Name, Jamil Name Filho, Márcio Cavalcanti e Vladenilson Daniel Olmedo. Os pedidos de habeas corpus entram na pauta de julgamento logo mais às 14h30. Eles estão desde sábado (12) no Centro de Triagem para o Presídio Federal de Campo Grande.

Caso os pedidos sejam negados, será marcada a transferência para o Presídio Federal de Mossoró (RN), onde poderão ser mantidos no RDD (Regime Disciplinar Diferenciado) por até um ano. Essa decisão judicial para transferir foi tomada após a descoberta de um plano da organização criminosa para executar o delegado do Garras responsável pelas investigações.  

A decisão vai sair da 2ª Câmara Criminal. O primeiro pedido de habeas corpus do empresário Jamil Name foi negado pelo desembargador Eduardo Machado Rocha, logo após a prisão. O STJ (Superior Tribunal de Justiça) também deu decisão negativa.

Omertà - O Garras (Delegacia Especializada de Repressão a Roubos a Banco, Assaltos e Sequestros) e o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado), com apoio dos Batalhões de Choque e o Bope (Batalhão de Operações Especiais) da Polícia Militar, cumpriram mandados de prisão preventiva, prisão temporária e 21 mandados de busca e apreensão, nas cidades de Campo Grande e Bonito.

A ação levou a prisão de policiais civis, guardas municipais, policial federal e até militar do Exército, suspeitos de integrarem uma organização criminosa voltada à prática dos crimes de milícia armada, porte ilegal de armas de fogo de uso restrito, homicídio, corrupção ativa e passiva, entre outros crimes.

As investigações do Gaeco tiveram início em abril deste ano, com o objetivo de apoiar as investigações dos homicídios de Ilson Martins Figueiredo, Orlando da Silva Fernandes e Matheus Coutinho Xavier, conduzidas pelo Garras.

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