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20 de junho de 2018 • Ano 7
Diretor de RedaçãoUlysses Serra Neto
Interior

Três Lagoas prepara volta dos exames de densitometria óssea

Esses exames, assim como a mamografia, são realizados na Clínica da Mulher

23 Ago2017Da redação17h54

A Prefeitura de Três Lagoas, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), dentro de 30 dias, estará disponibilizando a volta dos exames de Densitometria Óssea, na Clínica da Mulher.

Esses exames, assim como os de Mamografia, estavam suspensos na Clínica da Mulher, porque, tanto o Densitômetro como o Mamógrafo tiveram avarias técnicas que impossibilitavam o devido funcionamento, interrompido há mais de um ano.

Recentemente, o Mamógrafo voltou a funcionar e exames de mamografia já estão sendo realizados normalmente na Clínica da Mulher, seguindo prévio agendamento e controle da Central de Regulação.

Com a interrupção desses serviços na Clínica da Mulher,  aumentou o número de pacientes na fila de espera por esses exames. São quase 700 exames de Densitometria Óssea e quase 2,5 mil de Mamografia que aguardam ser realizados.

Apesar do contrato da SMS com o Hospital Nossa Senhora Auxiliadora, em janeiro, para a realização de 142 exames de mamografia por mês para pacientes SUS (Sistema Único de Saúde), ainda é considerada longa a espera das mulheres por esse exame.

Segundo informações da Central de Regulação, ainda existe o que os gestores identificam como “demanda reprimida”, ou seja, a procura é maior que a capacidade disponibilizada de determinados serviços da Saúde.

A demanda por exame de Mamografia compreende não só pacientes do município, mas também dos municípios da denominada microrregião de Três Lagoas, formada por: Selvíria, Brasilândia, Santa Rita do Pardo, Água Clara e Bataguassu.

Quanto aos exames de Densitometria Óssea, Três Lagoas é referência macrorregional, ou seja, atende a pacientes de 10 municípios, que são os seis já elencados da microrregião mais os quatro restantes, que são: Paranaíba, Cassilândia, Aparecida do Taboado e Inocência.

“Acreditamos que a demanda reprimida será reduzida dentro de três a quatro meses”, como explicou a coordenadora do Setor de Média Complexidade (Clínicas) do Departamento de Assistência à Saúde, Larissa Rachel Palhares Coutinho.

(Com informações da assessoria de imprensa da prefeitura de Três Lagoas)

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