Campo Grande •26 de Fevereiro de 2017  • Ano 5
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Da redação | Segunda, 26 de Setembro de 2016 - 16h25TJ nega liberdade a acusado de participar de morte de idosaQuatro pessoas teriam planejaram roubo que terminou no assassinato da vítima

(Foto: Reprodução/TJMS)

Os desembargadores da 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça (TJMS) negaram habeas corpus pedido por Bruno Matheus Nunes Maciel, de 19 anos, preso preventivamente sob a acusação de roubo, latrocínio e corrupção de menores. Segundo a denúncia, no dia 26 de fevereiro de 2016, Bruno e um comparsa mataram Maria Ambrosina de Andrade, de 73 anos, residente no assentamento Guaicurus, em Tereanos, e  subtraíram um celular. Com os réus, estavam dois adolescentes. Todos planejaram o crime no dia anterior.

A defesa alega que Bruno tem condições pessoais favoráveis por ser primário, ter ocupação lícita e bons antecedentes, e pede a rescisão da ordem de prisão preventiva. A Procuradoria-Geral de Justiça opinou pela denegação da ordem.

O relator do processo, Des. Francisco Gerardo de Sousa, entendeu que a autoria e materialidade quanto ao delito estão suficientemente demonstradas, por meio de depoimentos, interrogatórios, boletins de ocorrência e laudo pericial. Para o relator, é necessário que posteriormente à autuação, os denunciados sejam processados, julgados e, ao final, condenados à pena privativa de liberdade superior a quatro anos (artigo 313, I, do Código de Processo Penal).

Considera ainda o desembargador que houve descaso com a vida alheia, evidenciado pela ação dos autores que, posteriormente à consumação do ato, seguiram normalmente suas rotinas, foram para suas casas, trabalhar no campo, mesmo após a prática de extrema violência do latrocínio.

“Embora não constem nos autos antecedentes criminais dos representados, diante da gravidade do delito, as segregações cautelares dos mesmos devem ser mantidas para garantia de ordem pública. Assim, persistindo os pressupostos e requisitos ensejadores da prisão preventiva, afastada está a alegação de constrangimento ilegal a ser sanado por meio do presente habeas corpus”.

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