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Valdelice Bonifácio | Sexta, 10 de Março de 2017 - 14h52Sindicatos acamparão em frente às casas de políticosAcampamento faz parte dos protestos contra Reforma da Previdência Social

(Foto: Divulgação/Agência Brasil)

Sindicalistas decidiram acampar em frente às residências de parlamentares federais de Mato Grosso do Sul. A atitude é um protesto contra a proposta de Reforma da Previdência que tramita no Congresso Nacional e que tem apoio de parte da bancada federal do Estado. O primeiro alvo deverá ser a residência do deputado federal Carlos Marun (PMDB-MS), em Campo Grande. O parlamentar é presidente da Comissão Especial da Reforma da Previdência.

Os organizadores do movimento estão definindo as datas para começarem os acampamentos. Segundo eles, a atitude é uma pressão para que os parlamentares votem de acordo com a vontade popular. “E não dos governantes e políticos como vem acontecendo há décadas no Brasil. Uma vergonha! Basta! o povo exige respeito”, afirma Idelmar da Mota Lima, presidente da Força Sindical regional MS.

A Reforma da Previdência mobiliza várias categorias profissionais. Os professores da rede estadual de Mato Grosso do Sul e de vários municípios decidiram aderir à greve nacional da categoria que começará no dia 15 de março e é por tempo indeterminado.  

Reforma - Atualmente não há idade mínima para a aposentadoria por tempo de contribuição. São necessários 35 anos de recolhimento para homens e 30 para mulheres. Já para se aposentar por idade, hoje é necessário ter pelo menos 15 anos de recolhimento e 65 anos de idade para os homens e 60 para as mulheres.

Com a Reforma da Previdência quem quiser se aposentar precisará ter pelo menos 65 anos, tanto para homens quanto para mulheres e 25 anos de recolhimento, porém, para receber 100% no benefício serão necessários, na prática, 49 anos de recolhimento.

O governo federal alega que a Previdência é deficitária e que a Reforma é necessária para equilibrar as contas.

(Com informações da assessoria de imprensa da central sindical)

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