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Trânsito

Semaforização em rotatórias da Capital

Rotatória da Gury Marques com a Interlagos será a primeira a receber o investimento

16 Abr2018Da redação16h50

A Prefeitura de Campo Grande vai investir em semaforização na rotarórias da cidade.  A rotatória da Gury Marques com a Interlagos será a primeira a receber o investimento, semelhante ao que acabou com o congestionamento na rotatória da Via Parque com a Mato Grosso.

Na sequência, haverá intervenções semelhantes nas rotatórias das avenidas Tamandaré com Euler de Azevedo; Três Barras com Marques de Lavradio; Joaquim Murtinho/Ceará e Eduardo Elias Zahran/ Joaquim Murtinho.

Segundo o diretor da Agetran, Janine de Lima Bruno, a ordem de serviço para este projeto, orçado em R$ 1 milhão, será dada após a assinatura do contrato com o Consórcio CAM, que venceu a licitação para manter a sinalização de trânsito da Capital. A expectativa é de que até a próxima sexta-feira (20) o contrato seja assinado.

Com a ordem de serviço, o consórcio  procederá  estudos (que em média duram 15 dias) sobre o tráfego no local, com  contagem de veículos, indicação precisa dos horários de pico, tanto no sentido bairro/centro, quanto centro-bairro,  num trabalho que envolve registro fotográfico e vídeo do movimento.

Os dados servirão de subsídio para elaboração do projeto que definirá o  tempo de cada sinal (vermelho ou verde), conforme a demanda de fluxo. “Este mesmo trabalho precedeu o reordenamento da rotatória da Mato Grosso com a Nelly Martins”, explica Janine.

De acordo com o diretor da Agetran, o projeto de semaforização será bem menos complicado que o da Mato Grosso, onde foi preciso executar uma série de obras, com redução de canteiros e redimensionamento da rotatória em si para abertura de uma terceira pista de rolamento,  bem como abertura de uma alça de acesso.

“A dinâmica do trânsito lá é muito mais complicada, com  gargalos de tráfego praticamente o dia inteiro. Na Gury Marques há formação de congestionamento das 7 às 8 horas da manhã, na pista bairro/centro, e à tarde, das 17 às 19 horas, na pista contrária.   Outra vantagem é que a rotatória  já tem três pistas de rolamento”, explica Janine.

A opção de  instalar rotatória, em vez de um viaduto, levou em conta, de acordo com o diretor da Agetran, o custo muito menor da intervenção (com a mesma eficácia) e a maior rapidez na implantação. “O viaduto custaria em torno de R$ 40 milhões e demoraria pelo menos dois anos para ficar pronto. A semaforização deve custar R$ 1 milhão e pode ficar pronta em até 90 dias”, conclui.

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