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Larissa Mendes, especial para o Diário Digital | Sexta, 16 de Setembro de 2016 - 12h05Sem o Sigo, policiais avaliam paralisaçãoPossível greve será discutida em assembléia amanhã

“Sem o sistema integrado a polícia não trabalha”, relatou um agente.
“Sem o sistema integrado a polícia não trabalha”, relatou um agente. (Foto: Luciano Muta)

Há cinco dias sem o Sigo (Sistema Integrado de Gestão Operacional), policiais civis discutem nesse sábado, 17, a possibilidade de entrar em greve por tempo indeterminado.   “O crime está a cada dia mais organizado e a polícia cada vez mais retrógrada”, desabafo de uma agente policial ao falar da dificuldade do trabalho da Polícia Civil sem o sistema. 

Na manhã de hoje, a Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário – Depac do centro estava cheia, cerca de 10 pessoas aguardavam para registrar uma ocorrência.  Evelin Ayala, 23 anos, perdeu os documentos, algo que poderia ser feito pela internet, teve que ser pessoalmente. “Com o sistema ia ser mais ágil e não ia demorar tanto”, relatou. Boletins de ocorrências que antes eram registrados em apenas três minutos, agora levam mais de quinze minutos, pois agora é feito manualmente pelo computador. Esse é um dos problemas menores que a falta do Sigo traz.

 Se uma pessoa suspeita na rua for abordada pela polícia, não tem como saber se possui algum mandado de prisão e nem ter acesso à ficha criminal. Se um carro que foi roubado passar pela fronteira, a polícia não irá conseguir ver que ele era roubado. Se alguém morreu, ainda será dado como vivo, pois não tem como dar baixa. A falta do Sigo preocupa os agentes que acreditam que o estado está entrando em colapso, “sem o sistema integrado a polícia não trabalha”, relatou um agente. 

Sem a previsão de quando irá voltar o sistema, foi marcado para amanhã, na sede do Sindicato dos Policiais Civis de MS, uma assembleia aonde a categoria irá discutir sobre  uma eventual paralisação nacional e uma possível greve devido à falta do sistema, “a falta do sistema traz dificuldade para o trabalho da polícia. É uma sensação de insegurança no estado todo, a categoria sofre por não poder trabalhar e a população ainda mais”, disse o presidente da Sinpol, Jean Carlo Miranda. 

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