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Valdelice Bonifácio | Quarta, 6 de Setembro de 2017 - 17h05Rodoviária inacabada pode virar escola do SesiLocal é uma das alternativas apresentadas pela Fiems ao prefeito da Capital

Obra da rodoviária, destinada ao Centro de Belas Artes, completou 24 anos inacabada
Obra da rodoviária, destinada ao Centro de Belas Artes, completou 24 anos inacabada

A rodoviária inacabada no Bairro Cabreúva, em Campo Grande, que hoje está destinada à construção do Centro de Belas Artes, poderá abrigar a nova Escola do Sesi na Capital. Pelo menos foi esse o pedido feito pela diretoria da Fiems ao prefeito Marquinhos Trad (PSD) em reunião nesta quarta-feira, 6 de setembro. Outro possível endereço da escola é um terreno localizado em frente ao Aeroporto Internacional, no Bairro Santo Antônio. Ambas alternativas estão agora nas mãos do prefeito.

Conforme a Fiems, foi alinhada uma parceria com a prefeitura de Campo Grande para o projeto da nova escola se torne realidade. “Defendemos uma estratégia com o prefeito de ações que nós podemos construir, em parceria com a Prefeitura de Campo Grande, para o município, como a nova Escola do Sesi e as oportunidades do Senai para avançar com seus serviços em parceria com a administração municipal. E, após o encontro, podemos dizer que a nova Escola do Sesi de Campo Grande está a caminho”, afirmou  o presidente da Fiems Sérgio Longen, segundo sua assessoria de imprensa.

No caso da obra inacabada do Centro de Belas Artes, o empreendimento completou 24 anos e já consumiu cerca de R$ 10 milhões dos cofres públicos. Para sua conclusão, estima-se que sejam necessários mais R$ 28 milhões, que seriam aplicados na construção iniciada em 1993 com a ideia inicial de ser a nova rodoviária da Capital, mas, o projeto foi alterado para se tornar o Centro de Belas Artes da cidade, porém, outra vez, não vingou e o cenário hoje é de completo abandono.

Em julho deste ano, o Diário Digital mostrou que a obra se tornou um perigo para a saúde pública. Na ocasião, havia água parada acumulada no local. Após reportagem, a Coordenadoria de Controle de Endemias Vetoriais (CCEV) realizou visita  no local, para identificar e eliminar os possíveis criadouros de mosquitos.

Já o terreno localizado em frente ao Aeroporto Internacional de Campo Grande pertencia ao Governo do Estado, mas foi restituído ao Patrimônio da União, que, por sua vez, repassou ao Sistema Fiems para a construção da nova Escola do Sesi. O terreno tem mais de 70 mil m², porém, parte da área é da Prefeitura Municipal e, portanto, precisa do aval do prefeito para a escrituração do imóvel necessária para o possível início da construção da nova Escola do Sesi da Capital.

(Com informações da assessoria de imprensa do Sesi)

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