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26 de junho de 2019 • Ano 8
Diretor de RedaçãoUlysses Serra Netto
Parque das Nações Indígenas

Recuperação de lagos custará R$ 8 milhões

Retirada da areia começou pelo lago menor cujo esvaziamento demandará 1,2 mil viagens em 10 caminhões

11 Jun2019Da redação16h51
(Foto: Gabriel Torres)
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Começou nesta terça-feira, 11 de Junho, a retirada de areia do lago menor do Parque das Nações Indígenas, em Campo Grande. A ação é o início do trabalho de desassoreamento e revitalização dos lagos do parque que estão completamente tomados pela areia que desceu junto com as águas das chuvas. O serviço é uma parceria da prefeitura e governo do Estado e deve custar R$ 8 milhões.

O lago menor é destinado à retenção de sedimentos, e dali serão retirados aproximadamente 15 metros cúbicos de areia, mobilizando duas máquinas retro escavadeiras e 10 caminhões que vão fazer, aproximadamente, 1.200  viagens para esvaziar o lago. A areia retirada está sendo descartada em área da prefeitura às margens do anel rodoviário.

Pela manhã, o trabalho inicial foi o de abrir acesso para os caminhões dentro da área assoreada do lago, compactada com cascalho,  porque à medida que a areia é retirada, começa a “minar” água . Num dos extremos do lago será retirado material até cinco metros de profundidade para a reabertura do vertedouro  existente. 

Este vertedouro  funcionará como regulador do nível da água do lago, evitando assim seu transbordamento.   Depois do desassoreamento, este  lago voltará a cumprir sua função de bacia de detenção para retardar a chegada das águas pluviais mais abaixo, no lago maior, de onde serão retirados mais 135 mil  metros de areia, em 13.500 viagens de caminhão.

A expectativa é que toda esta operação (de recuperação dos lagos) esteja  concluída em 4 meses.

Projeto de R$ 8 milhões - A recuperação dos lagos do  Parque das Nações Indígenas vai exigir  um investimento de R$ 8 milhões, recurso da Prefeitura (R$ 5 milhões ) e do Governo do Estado (R$ 3 milhões).  O projeto inclui a construção de  um piscinão  no Córrego Reveillon, na esquina das avenidas Mato Grosso com Hiroshima; obras de controle de erosão e recomposição vegetal das margens do Córrego  Joaquim Português; e implantação de uma comporta de regulação do nível do lago, tão logo o desassoreamento esteja concluído.

Para evitar que os lagos voltem a ficar  assoreados , com o carreamento de areia junto com a enxurrada  que desce dos bairros do entorno do Parque dos Poderes, serão executados dois projetos  nos córregos  Reveillon e Joaquim  Português, cujas águas formam o lago. No Reveilleon, a Prefeitura implantará um piscinão, inicialmente projetado para armazenagem de 22 mil metros cúbicos de água. No Joaquim Português,  o Governo do Estado vai executar obras de controle de erosão e replantio da vegetação nas margens. Os projetos já estão sendo contratados e a licitações devem ocorrer até dezembro de 2019.

Com as intervenções programadas, além de recuperar  um  cartão postal da Capital, os lagos terão um papel importante no controle de enchentes de afluentes do Córrego Prosa, que  em dias de chuva mais intensa, transbordam na região do Shopping Campo Grande.  Terão capacidade para armazenar 65 mil metros cúbicos de água, o equivalente a três vezes a capacidade do piscinão que será construído nos altos da Avenida Mato Grosso.

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