Campo Grande •25 de Novembro de 2017  • Ano 6
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Da redação | Sexta, 11 de Novembro de 2016 - 15h45Protesto contra Governo Temer reúne quatro cidades em AquidauanaAto contou com a participação de indígenas alunos e administrativos da UFMS e do IFMS

(Foto: Divulgação)

Trabalhadores em educação de Miranda, Bodoquena, Dois Irmãos do Buriti, Anastácio e Aquidauana se reuniram na manhã desta sexta-feira (11) na praça dos estudantes, para protestar contra a retirada de direitos no país, contra as reformas propostas pelo governo de Michel Temer. O ato também contou com a participação de indígenas, alunos e administrativos da UFMS e do IFMS.

Em Aquidauana todas as escolas paralisaram, enquanto em Mato Grosso do Sul o ato reuniu aproximadamente 30 mil pessoas, segundo a CUT – Central Única dos Trabalhadores. A paralisação ocorreu nas 14 principais cidades do Estado. Participaram trabalhadores do funcionalismo público municipal, estadual e federal, do setor da alimentação, construção civil, profissionais da educação.

Manifestantes saíram em passeata pelas principais ruas de Aquidauana, para chamar a atenção da sociedade sobre os projetos que tratam do teto dos gastos públicos, a renegociação das dívidas dos Estados e Distrito Federal com a União e as reformas da Previdência e do Ensino Médio. As proposições tramitam no Senado atualmente e alguns já têm votação marcada. As medidas propostas pelo governo federal vão trazer prejuízos para a população, principalmente quem é menos favorecido.

Representantes do Simted Aquidauana e das entidades sindicais que participaram da manifestação, se revezaram no microfone do carro de som que acompanhou a passeata para criticar as medidas do governo que sacrificam o trabalhador. O ato representa a contrariedade de ações que o atual governo está tentando fazer sem consultar a população. “Esses projetos atingem não só servidores, mas a sociedade no geral”, disse o presidente do Simted Aquidauana, Florêncio Garcia Escobar.

No Estado, o movimento foi organizado pela CUT (Central Única de Trabalhadores), Fetems (Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul) junto com seus 73 sindicatos de base, ACP, Adufms (Associação dos Docentes da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), Sista-MS ( Sindicato dos Trabalhadores da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul ), Aduems (Associação dos Docentes da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul), dentre outros sindicatos.

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