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18 de junho de 2018 • Ano 7
Diretor de RedaçãoUlysses Serra Neto
Em MS

Projeto Florestinha realiza Educação Ambiental para 1518 alunos em Corumbá

No sábado (2.9) o Florestinha participou do desfile em comemoração aos 237 anos do município de Ladário

4 Set2017Da redação08h14

O projeto Florestinha de Campo Grande possui um cronograma de todo mês atender em Educação Ambiental escolas de Corumbá e Ladário. Além desses dois municípios, outros também são atendidos pelo menos uma vez por mês. Estão agendados: na semana de 11 a 15 (setembro) o município de São Gabriel do Oeste; de 18 a 22 (setembro) Bandeirantes e, de 2 a 6 de outubro Sidrolândia, além dos atendimentos normais na Capital.

Entre os dias 28 de agosto a 1 de setembro, as crianças e adolescentes do projeto Florestinha de Campo Grande atenderam 1518 alunos das seguintes escolas municipais de Corumbá: Cyríaco Félix de Toledo (452), Delcídio do Amaral (480) e Luiz Feitosa Rodrigues (265), além da EP SESI (320).

No sábado (2.9) o Florestinha participou do desfile em comemoração aos 237 anos do município de Ladário.

A Educação Ambiental realizada pelo Projeto possui parceria com as Prefeituras dos municípios solicitantes e da empresa MS GÁS. Só no primeiro semestre deste ano foram atendidos 18319 alunos de 44 escolas públicas e privadas em nove municípios de Mato Grosso do Sul. Neste segundo semestre foram atendidos mais 2455 alunos de Corumbá e Ladário no mês de agosto e mais os atendidos na semana passada (1518), sem contar, atendimentos realizados em recebimentos de escolas nas instalações dos Projetos e em escolas da Capital.


A vantagem do trabalho é que todo ele é realizado em metodologia lúdica e, além disso, são entregues folhetos patrocinados pela empresa MS GÁS sobre os temas discutidos aos professores, em quantidades dos alunos participantes, para que eles continuem a discussão dos temas, de forma que os estudantes entendam que o ambiente é um sistema complexo, de onde saem todas as riquezas e serviços que servem e mantêm viva à humanidade. Ou seja, trata-se de uma metodologia, em que a Educação Ambiental não formal incentiva à formal, que será desenvolvida no dia a dia pelos professores.

A ideia é que os alunos entendam que nesse sistema complexo e interativo, qualquer ente afetado, prejudica outros em cadeia, gerando desequilíbrios que vão interferir diretamente na qualidade de vida do ser humano. As oficinas didáticas são as seguintes temáticas:

Reciclagem de papel, com palestra sobre os problemas relacionados aos resíduos sólidos;
Visitação ao museu de animais e peixes taxidermizados e materiais utilizados em crimes ambientais (empalhados), com palestra sobre fauna, pesca, atropelamentos de animais silvestres, etc;
Apresentação do teatro de fantoches, com peças sobre as questões ambientais, como: desmatamentos, incêndios florestais e resíduos sólidos, etc;
Ciclo da Água, com palestras sobre o ciclo, uso sustentável, poluição e escassez dos recursos hídricos;
Casa da Energia – Trata-se de uma maquete de uma residência com todos os locais de consumo de energia (lâmpadas, chuveiros, ar condicionado, geladeira, micro-ondas etc.). Com esta oficina é realizada a discussão e informação sobre os tipos de energia e a importância ambiental de se economizar este recurso;
Plantio de mudas nativas, com palestra sobre flora (desmatamento, erosão de solos, controle de poluição, assoreamento), preservação, conservação e uso racional dos recursos hídricos.

O importante também desse trabalho é a formação de multiplicadores e o envolvimento dos policiais com a comunidade, o que permite mais confiabilidade e consequentemente mais empenho da população no auxílio em defesa do ambiente equilibrado, essencial à sadia qualidade de vida, conforme prevê o artigo 225 da Constituição Federal de 1988.

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