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21 de setembro de 2019 • Ano 8
Diretor de RedaçãoUlysses Serra Netto
Interior

Projeto da UEMS vai levar atendimento jurídico para Aldeia Jaguapiru

Ideia é oferecer serviços feitos por acadêmicos e professores para suprir as demandas dos moradores

9 Jul2019Da redação15h57

Lideranças da Aldeia Jaguapiru, localizada em Dourados, se reuniram com o vice-reitor da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), Laércio Alves de Carvalho, representantes do Programa “Rede de Saberes” e com os Pró-reitores de Extensão, Cultura e Assuntos Comunitários, Márcia Alvarenga, e de Ensino, João Mianutti, para discutir a elaboração de um Projeto Piloto para prestar Atendimento Jurídico na comunidade indígena. A ideia é oferecer serviços feitos por acadêmicos e professores para suprir as demandas dos moradores da Aldeia Jaguapiru.

“Como líder da comunidade, a gente vê as dificuldades do nosso povo. Eles têm uma dificuldade muito grande para ir atrás de uma ajuda jurídica, as vezes não tem como ir por conta do transporte e muitos não entendem as informações passadas.  Um atendimento dentro da Aldeia facilitaria muito, pois nós vamos estar junto com eles ajudando”, explica o Cacique da Aldeia Jaguapiru, Izael Morales. A reunião foi solicitada pelas lideranças da Aldeia Jaguapiru com apoio dos alunos indígenas da UEMS/Dourados.

A partir desta reunião, será elaborado o projeto piloto com uma proposta de atendimento jurídico na Aldeia explica o vice-reitor, “Nesse momento faremos esse projeto em forma de extensão para que a gente possa entender a demanda. Para que depois a gente possa avaliar a possibilidade de expansão em outras aldeias, em outras comunidades, não só em Dourados, mas também onde tem outros cursos de Direito como em Naviraí e Paranaíba. É um projeto de grande impacto social”.

O projeto piloto será uma ação de extensão construída com a participação do Curso de Direito por meio do Núcleo de Práticas Jurídicas, com apoio do Programa Rede de Saberes e das lideranças da comunidade indígenas.

“ Com apoio de todos os envolvidos vamos desenvolver a proposta desse projeto para saber onde será o local desses atendimentos, que dia da semana e horário são mais adequados. E também, qual é a real demanda da comunidade indígena”, reforça a Pró-reitora Márcia Alvaranga. A próxima reunião está marcada para agosto e a expectativa é que até lá o projeto já tenho um esboço.

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