Campo Grande • 02 de dezembro de 2016 • Ano 5
OrganizaçãoIvan Paes BarbosaDiretor de RedaçãoUlysses Serra Neto

Larissa Mendes, especial para o Diário Digital | terça, 27 de setembro de 2016 - 09h52Profissionais paralisam por reajuste salarialCaso não haja negociação está prevista uma possível greve das categorias

  
trabalhadores ainda irão parar durante o período vespertino e noturno. (Foto: Luciano Muta)
  • trabalhadores ainda irão parar durante o período vespertino e noturno.
  • Presidentes da SINTESAÚDE/MS e SIEMS. (Foto: Luciano Muta)
  • Enfermeira acha um descaso com quem tanto mostra desempenho. (Foto: Luciano Muta)
  • Se não houver negociações, trabalhadores vão parar. (Foto: Luciano Muta)


Funcionários da enfermagem e administrativo da Santa Casa de Campo Grande fazem nesta terça-feira, 27, um dia de protestos devido à falta de negociações para a categoria. Dentro das várias cláusulas, a manifestação de hoje é pelo reajuste salarial retroativo referente ao mês de maio deste ano.  Caso não haja negociações, profissionais irão discutir possível greve em assembleia.

A paralisação de três horas, que ocorrerá em três turnos é para chamar a atenção da diretoria, para voltar às negociações que estão paradas há quase dois meses.  “É um silêncio profundo, uma falta de respeito com quem tanto se da pelo trabalho”, desabafa o presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Área de Enfermagem de Mato Grosso do Sul –Siems, Lázaro Santana. 

Lázaro relata que houve uma proposta do reajuste que é de 11,30% ser 9,83%, a categoria achou uma proposta boa, porém esse acordo seria para o ano que vem, podendo ocorrer alterações, “não podemos aceitar algo que não é uma garantia de certeza”. 

O presidente do Sindicato Intermunicipal dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Saúde de Mato Grosso do Sul – Sintesaúde/ MS, Osmar Gussi, diz que caso não haja uma solução, vão levar o tema greve para as assembleias. 

O faturista, Rodrigo Morais, que está na Santa Casa há três anos, teme ainda pelo o atraso do 13° que ouviu pelos corredores, “dizem que é por causa da reforma que está ocorrendo no prédio”, relata.  Sobre o reajuste, Rodrigo diz que se sente muito prejudicado, “a gente dá a ajuda pra eles e não tem retorno”. 

Outro problema é a falta de pagamento das horas extras desde julho, “é um total descaso, a gente se desempenha muito, faz compromisso com o dinheiro e não recebe”, relata a enfermeira, Ivanice de Sá, que está há dois anos no hospital. 

Atualmente a Santa Casa conta com 1.300 funcionário da enfermagem e  850 trabalhadores da área administrativa.  Haverá mais paralisações no período da tarde e noite com duração de três horas. 

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