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Valdelice Bonifácio | Terça, 25 de Julho de 2017 - 16h49Professores da Capital aceitam reajuste parceladoDecisão sobre greve, contudo, dependerá de assembleia geral nesta quarta-feira

(Foto: Divulgação/ACP)

Os professores da rede estadual de ensino lotados em Campo Grande aceitaram a proposta apresentada pelo governo do Estado de parcelar em duas vezes o aumento salarial de 7,64% referente ao reajuste anual feito pelo governo federal para o Piso Nacional da categoria. Contudo, a decisão sobre a greve dos professores dependerá do resultado de assembleia geral a ser realizada nesta quarta-feira, 26 de julho.

Na assembleia de amanhã, delegados de sindicatos de todo Estado divulgarão suas posições e votarão se acatam ou não a proposta do governo. Até que saia o resultado da votação, contudo, os professores continuam em greve. A assembleia será realizada na sede da Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul (Fetems), na Capital, às 14 horas.

Pelo proposta do governo, o reajuste será dividido em duas parcelas, sendo a primeira de 2,94% paga em setembro de 2017 e a segunda de 4,7% em dezembro de 2017. Outros pontos da proposta do governo são: manter a convocação da mesma forma que no primeiro semestre;  não alterar o Estatuto dos profissionais em Educação e criação de grupo para debater aspectos ligados aos funcionários administrativos em educação.

Nesta terça-feira, 25 de julho, primeiro dia de aula da rede estadual, várias escolas deixaram de abrir as portas. O indicativo de greve foi aprovado no dia 30 de junho numa assembleia na Fetems. A decisão foi de que eles iniciaram o segundo semestre em greve. Na assembleia desta quarta-feira, os delegados decidirão definitivamente se a greve continua ou não.

Sindicatos - Conforme a Fetems, a reunião contará com a presença dos delegados de cada município, representantes dos 74 Sindicatos Municipais dos Trabalhadores em Educação (SIMTEDs), vice-presidentes das 14 regionais e delegados de base da Confederação Nacional  dos Trabalhadores em Educação (CNTE).

Os trabalhadores em  educação cobram o cumprimento da Lei Federal  11.738/2008, que determina o reajuste de 7,64% nos salários, e da lei complementar estadual nº 200 de 13 de julho de 2015. Essa última legislação integraliza o Piso por 20 horas até o ano de 2021.

“A decisão final sobre a proposta do governo é da categoria, que estará reunida na plenária da assembleia geral. Os delegados representando cada município  é que votarão se aceitam ou não a proposta do governo do estado em relação ao reajuste salarial”, ressalta o presidente da FETEMS, professor Jaime Teixeira.   

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