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21 de maio de 2018 • Ano 7
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Campo Grande

Prefeitura não tem data para concluir casas inacabadas

Convênio garantirá aporte R$ 4,9 milhões para comprar materiais e finalizar obras

6 Set2017Valdelice Bonifácio14h31

A prefeitura de Campo Grande informou nesta quarta-feira, 6 de setembro, por meio da assessoria de imprensa, que não tem previsão para finalizar as moradias que estão inacabadas no loteamento José Teruel, na região no Bairro Dom Antônio Barbosa. O assunto foi tema de reportagem do Diário Digital divulgada na sexta-feira passada, 1º de setembro. As famílias que foram removidas da antiga favela Cidade de Deus continuam morando em barracos enquanto as moradias não ficam prontas.

Conforme a prefeitura, o dinheiro para a finalização das residências, não só no José Teruel, mas também nos outros três loteamentos que receberam moradores da Cidade de Deus virá de convênio firmado recentemente com o governo do Estado. O valor do aporte é de R$ 4,9 milhões e será usado para comprar os materiais e concluir as moradias.

“Não há previsão para finalizar as obras haja vista que o convênio entre Prefeitura Municipal e Governo do Estado foi firmado na segunda-feira (4) durante cerimônia na Câmara Municipal de Campo Grande com aporte R$ 4,9 milhões para compra dos materiais necessários para a finalização das unidades habitacionais situadas previamente nos 4 locais de reassentamento de moradores da antiga Cidade de Deus: Bom Retiro, Canguru, Vespasiano Martins e José Teruel”, respondeu a prefeitura.

No início de 2016, a família dele e outras 400 foram removidas da Cidade de Deus para quatro loteamentos, localizados no José Teruel na região do Dom Antônio, Vespasiano Martins, Jardim Canguru e Bom Retiro, na região da Vila Nasser.

Na época, foi estabelecido um sistema de construção de casas pelos próprios moradores em parceria com a Morhar Organização Social, no programa Mutirão Assistido. Contudo, a empresa não conseguiu tocar as obras. Faltaram materiais de construção e os funcionários que trabalhavam nas edificações reclamavam da falta de pagamento. Houve protestos de moradores nos quatro loteamentos.

Em 2017, uma nova gestão assumiu a prefeitura. O Poder Público decidiu implementar um curso de qualificação para os moradores destes loteamentos. Nas aulas, eles aprendem serviços de pedreiro e carpinteiro, por exemplo. O curso já dura mais de um mês. Porém, as obras continuam paradas.

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