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13 de dezembro de 2019 • Ano 8
Diretor de RedaçãoUlysses Serra Netto
Governo do Estado

Prefeitura entrega em janeiro o VIII Emei no Bairro Zé Pereira

A EMEI do Zé Pereira terá capacidade para atender 120 alunos por período e será uma transferência de prédio da EMEI Odete Trindade Benites

12 Nov2019Da redação11h45

Cumprindo mais uma meta do plano de governo, que tem como prioridade retomar e concluir as obras de escolas paralisadas na gestão passada e que contam com mais de 50% de conclusão, a Prefeitura de Campo Grande, por meio da Secretaria Municipal de Educação (Semed) e Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (Sisep), vai inaugurar em janeiro, a 8ª EMEI (Escola Municipal de Educação Infantil) no bairro Zé Pereira. Sendo que seis são prédios novos, e duas prédios alugados para melhor acomodar os alunos.

A EMEI do Zé Pereira terá capacidade para atender 120 alunos por período e será uma transferência de prédio da EMEI “Odete Trindade Benites”.

O prefeito Marquinhos Trad explicou que com a mudança, os alunos começarão o ano letivo com mais conforto. “O novo prédio tem 1.211 m² e irá contar com oito salas de aula com solário independente, brinquedoteca, cozinha, lactário, banheiros adaptados, despensa e salas de administração, além de área externa para a instalação de brinquedos pedagógicos e parquinho. É um espaço completo para os alunos terem toda a infraestrutura necessária para desenvolverem suas habilidades cognitivas”.

Já para os pais, que acompanham a obra desde o início, a conclusão vai facilitar a vida de quem precisa trabalhar. “Estes investimentos da prefeitura são ótimos porque eu só consegui arrumar emprego depois de colocar ela na escola. Também tenho um bebê e não tinha com quem deixar”, pontuou a costureira Keila Dionísio Roberto, mãe da pequena Luísa Dionísio Roberto, do grupo 2, que começou a estudar na EMEI neste ano.

A comerciante Maria Velani de Jesus dos Reis acompanha o avanço da obra e ficou feliz ao saber da inauguração em breve. “É importante para ajudar quem precisa trabalhar e também uma forma de tirar as crianças da rua”, destacou.

Obras entregues

Desde o primeiro ano de gestão, a prefeitura trabalha para concluir as obras que estavam paradas na administração passada. Logo que assumiu o comando da Capital, em 2017, o prefeito Marquinhos Trad foi à Brasília para destravar os recursos que garantiram a conclusão da EMEI do bairro Tijuca II, a centésima EMEI da Rede Municipal de Ensino (Reme), que recebeu o nome de “Professor Eloy Souza da Costa.

A obra, que na ocasião estava com 84% do serviço concluído, foi entregue à população em agosto daquele ano. O valor total de investimento foi de R$ 2.488.793,01, sendo R$ 1.322.381,91 de recursos do FNDE e R$ 1.166.411,11 de contrapartida da Prefeitura.

Já em 2018, a Prefeitura entregou as EMEIs do Noroeste (R$ 5.817.132,14 com contrapartida da gestão de R$ 3.172,368,32 ), que recebeu o nome de “Professora Elza Francisca de Souza Maciel” e do Centenário (R$ 5.817.132,14 com contrapartida da prefeitura de R$  3.172,368,32), que foi uma transferência de prédio da EMEI do bairro Aero Rancho II e que ganhou o nome de “Professor Valdomiro Alves Gonçalves. Ambas as obras estavam paradas desde 2012.

Também foi inaugurada a escola “Maria Regina Vasconcelos Galvão”, localizada no bairro Varandas do Campos, com capacidade para 500 alunos.

Este ano foi a vez da população dos bairros Nascente do Segredo e Vespasiano Martins ser beneficiada com a inauguração de duas unidades. A EMEI “Professora Elenir Zanqueta Molina (R$ 2.383.038,73 com contrapartida da prefeitura de R$ 1.040.657,00), abrigou as crianças da antiga EMEI  [Prolerzinho_1-768x432] “Nascente do Segredo”, ampliando o número de vagas nos grupos dois e três. Antes, a unidade atendia 83 alunos e com o novo prédio, a capacidade saltou para 120 alunos por período. A obra teve início em 2012, mas sofreu diversas interrupções.

Já a unidade do bairro Vespasiano Martins, batizada de “Zarife Martins França”, estava parada desde 2012 e teve custo final de R$ 2.590.987,61.

A obra da EMEI do bairro Zé Pereira teve inicio em 2012, mas estava parada desde 2016. Na época foi orçada em R$ 2.108.000,00. Com a atualização da planilha de custos, a expectativa é que a obra chegue ao valor final de cerca de R$ 2.500.000,00. O repasse do FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação) foi mantido no valor de R$ 1.322.000,00 e o restante será arcado pela prefeitura.

Outra obra que já foi retomada, com nova licitação foi a da EMEI Vila Nasser, na divisa com a Vila Marli, interrompida há seis anos, quando 45% do serviço já tinham sido executados e haviam sido gastos R$ 1.316.000,00. Como há um saldo de R$ 759,5 mil  do convênio firmado com o FNDE, a Prefeitura terá de completar com R$ 925,7 mil para garantir R$ 1.685.346.000,00, orçamento da empresa que venceu a concorrência, R$ 440 mil abaixo do preço de referência previsto no edital.

Todas as EMEIs seguem o mesmo padrão da tipologia B estabelecido pelo FNDE, contando com 1.211 metros quadrados de construção, oito salas de aula aulas com solário independente, brinquedoteca, cozinha, lactário, banheiros adaptados, despensa, salas de administração e área externa para a instalação de brinquedos pedagógicos e parquinho. A capacidade é para 120 alunos por período.

[Professora Elza Francisca de Souza Maciel] Este ano a Prefeitura também deu início às obras da escola do bairro Vila Nathália (região do Bairro Celina Jallad), que contará com 12 salas de aulas e vai oferecer em torno de 720 vagas da Pré-Escolas ao 9º ano. A construção da escola tem recursos assegurados há quatro anos,  quando foi firmado convênio com o FNDE para o repasse de R$ 3.423.368,88.

A secretária municipal de Educação, Elza Fernandes, frisou que a entrega de cada obra paralisada representa mais um compromisso cumprido pela gestão para atender as demandas da Educação. “Ficamos muito felizes em cada entregar porque sabemos da necessidade dos pais e a população pode ter certeza que as crianças estão sendo atendidas por profissionais capacitados e dedicados”, enfatizou.

Prédios alugados

Além das obras retomadas pela prefeitura, a Semed alugou três prédios que também contribuíram com a ampliação de vagas na Reme e garantindo a permanência das crianças na escola.

A primeira EMEI que começou o ano oferecendo maior conforto aos alunos foi a “Marcos Roberto”, que teve o prédio alugado ainda no final de 2017, garantindo tempo hábil para as reformas necessárias, que permitiram a ampliação de vagas de 40 para até 80 alunos.  O prédio conta com área externa, cozinha e salas de aulas amplas, banheiros com acessibilidade, salas de recreação e refeitório.

Também foram alugados prédios para a implantação da EMEI Santa Fé, localizada no bairro do mesmo nome e para a criação da primeira EMEI do Distrito de Anhanduí. A EMEI Santa Fé começou a atender em junho e tem capacidade para atender 250 crianças. O prédio passou por uma reforma geral e conta com nove salas, cozinha, refeitório, despensa, lavanderia, sete banheiros, incluindo um  banheiro adaptado, sala de professores, coordenação, direção e administrativo.

Na área externa, dois parquinhos, além de solários que promovem a interação entre os alunos e um espaço para atividades de artes.

 Já em Anhanduí, a prefeitura atendeu um pedido antigo da comunidade local e inaugurou, este ano, a primeira Escola Municipal de Educação Infantil com capacidade para 150 alunos e que recebeu o nome de “Professor Alberto Guilherme Batistoti”. O prédio onde funcionava a sub-prefeitura do distrito foi alugado e reformado pela Prefeitura de Campo Grande, por meio da Secretaria Municipal de Educação (Semed) e da Sisep (Secretaria Municipal de Infraestrutura  e  Serviços Públicos).

A dona de casa Luiza Rosa Silva Lima, deixou a fazenda em que morava e trabalhava com a família para residir em Anhanduí e contou que não teria condições de levar o filho João Vitor, 3 anos, para estudar em outra cidade. “Ele estudava em Nova Alvorada e eu não queria que ele parasse de frequentar a escola. Gostei muito do espaço daqui e das salas de aulas que são grandes”, afirmou.

A prefeitura fez uma readequação total nos espaços, criando quatro salas de aula com banheiros individuais e adaptados, cozinha, lavanderia, sala para direção e coordenação, recepção, secretaria, almoxarifado, dispensa e área externa com parquinho.

 

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