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Saúde Pública

Prefeitura descarta surto de meningite na Capital

Possibilidade passou a ser divulgada em redes sociais, gerando preocupação

5 Out2016Da redação16h28

A prefeitura de Campo Grande, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Sesau), divulgou nota oficial na tarde desta quarta-feira, 5 de outubro, para negar a existência de ocorrência de surto de meningite. A possibilidade passou a ser divulgada em redes sociais, gerando preocupações entre os internautas. “Não existem evidências de casos que caracterize a existência de surto por meningites no município”, afirma a nota. Neste ano, a doença matou seis pessoas em Mato Grosso do Sul.

A Sesau informa que monitora todos os casos suspeitos e confirmados no município e as medidas de controle pertinentes são desenvolvidas. “Com isso, se necessário fosse, a cadeia de transmissão da doença seria quebrada e eventuais casos secundários seriam interrompidos, impedindo surtos e epidemias. Informamos que a vacina contra meningite para crianças está disponível na rede básica de saúde”, complementa o texto. 

Na mesma nota, a prefeitura de Campo Grande lamenta a irresponsabilidade de pessoas que difundem falsos informes sem a exata noção do que isso pode gerar em termos de intranquilidade pública, e considera esse fato tão pernicioso quanto os trotes de ocorrências direcionadas ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) que proporcionam risco de morte ao cidadão. “Lembramos que essa divulgação incorre em crime e os responsáveis serão identificados e as medidas policiais e jurídicas cabíveis, serão tomadas.”

Dados divulgados pela Secretaria Estadual de Saúde (SES) apontam para 128 casos da doença neste ano em Mato Grosso do Sul, considerando seus vários subtipos; no ano passado foram 257. A SES informa ainda que foram confirmados seis mortes em decorrência doença. Em 2015 foram 22 e em 2014, 19.

Sintomas – Nota técnica divulgada pela SES, explica que meningite é uma síndrome na qual, em geral, o quadro clínico é grave e se caracteriza por febre, dor de cabeça intensa, náusea, vômito, rigidez na nuca e confusão mental. Sintomas ocorrem devido a inflamação das meninges, cujas membranas envolvem o encéfalo e a medula espinhal.

A doença pode ser causada por diversos agentes infecciosos, como bactérias, vírus e fungos, dentre outros agentes não infecciosos (como traumatismo). A transmissão ocorre de pessoa para pessoa por gotículas e secreções da nasofaringe, sendo necessário contato maior, como compartilhar mesmo dormitório ou contato direto com as secreções respiratórias do paciente.

Os principais tipos são a meningite viral, que é mais comum, e a bacteriana, menos comum e mais grave. A SES oriente que caso a pessoa apresente os sintomas procure atendimento médico o quanto antes e não tome medicamentos por conta própria sem prescrição médica.

Prevenção - Evitar o uso de talheres e copos utilizados por outras pessoas ou mal lavados e ambientes abafados são formas de se diminuir as chances de adquirir a doença. Manter o sistema imunológico fortalecido e seguir corretamente as orientações médicas, caso tenha tido contato com alguém acometido pela doença são, também, medidas importantes.

(Com informações do site Brasil Escola)

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