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16 de julho de 2018 • Ano 7
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Caos na Santa Casa

Prefeito acionará MPF sobre superlotação da Santa Casa

Presidente da Santa Casa afirmou que o hospital está funcionando com regulação

7 Ago2017Dayene Paz11h46
(Foto: Luciano Muta)
  • (Foto: Luciano Muta)
  • (Foto: Luciano Muta)

O Prefeito de Campo Grande, Marcos Trad (PSD), afirmou que acionará o Ministério Público Federal (MPF) sobre os portões fechados do Pronto Socorro da Santa Casa. “Para evitar que pessoas corram risco de perder a vida por falta de atendimento, visto que o hospital está com os portões fechados”, declarou.

Hoje, o presidente da Santa Casa, Esacheu Nascimento, afirmou que o hospital está funcionando com regulação. “Era o único hospital que mantinha os portões abertos para demanda espontânea, mas há cerca de um mês está com sistema de regulação, em comum acordo com a secretaria de saúde”, destaca. De acordo com o Esacheu, o paciente passa pela classificação e se não está em estado grave, é encaminhado a outras unidades. 

Ele afirma que mesmo a regulação acontecendo há um mês, o caos e transtornos dessa semana se deram devido a superlotação. “Essa semana houve uma superlotação, até mesmo as salas cirurgia foram utilizadas como UTI, porque os pacientes que foram operados não tinham leitos”, revela o presidente.

Prisão de funcionários - Sobre a detenção de dois funcionários no sábado, após um desentendimento com militares do Corpo de Bombeiros, o presidente afirmou que está tudo sendo apurado. “O Samu e bombeiros já estão orientados de que uma vez resgatado o paciente, é necessário entrar em contato com a central de regulação para pegar a senha. Nesse caso de sábado, o agente chegou aqui com a senha que não confere com a senha de regulação e o funcionário foi conferir. O bombeiro de forma impaciente pulou o portão o cadeado e entrou com o paciente”, conta. Segundo levantamento, desde quarta-feira, 312 pacientes deram entrada no hospital. 

Contrato – Segundo Esacheu, há um déficit financeiro de R$ 3 milhões e um contrato que a prefeitura de Campo Grande não quer assinar. “Desde dezembro estamos trabalhando sem um contrato com o município. Há uma questão de ordem financeira que precisa ser resolvida. É preciso trazer mais apoio para que a Santa Casa possa continuar atendendo a população com qualidade e de maneira eficiente”, relata.

O governador do Estado afirmou que o repasse da verba para a Santa Casa está sendo depositado em dia, mas a prefeitura afirma que há uma pendência de R$ 2,5 milhões que é da parte do Estado. 

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