Menu
28 de janeiro de 2020 • Ano 9
Diretor de RedaçãoUlysses Serra Netto
Economia

Preço da carne sobe em todas as capitais pesquisadas

As altas mais expressivas ocorreram em Vitória, Florianópolis e Campo Grande

5 Dez2019Da redação11h50

Entre outubro e novembro de 2019, o custo do conjunto de alimentos essenciais aumentou em nove cidades e diminuiu em sete1 , de acordo com a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, realizada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) em 17 capitais. As altas mais expressivas ocorreram em Vitória (7,89%), Florianópolis (4,45%) e Campo Grande (3,12%). As quedas mais importantes foram anotadas em Porto Alegre (-2,03%) e Curitiba (-1,95%). A capital com a cesta mais cara foi Florianópolis (R$ 478,68), seguida de São Paulo (R$ 465,81), Vitória (R$ 462,06) e Rio de Janeiro (R$ 455,37).

Os menores valores médios foram observados em Aracaju (R$ 325,40) e Salvador (R$ 341,45). Em 12 meses, entre novembro de 2018 e o mesmo mês de 2019, nove capitais acumularam alta, que oscilaram entre 0,30%, em Campo Grande, e 13,10%, em Vitória. A queda mais intensa ocorreu em Aracaju (-6,96%) Em 2019, 10 municípios pesquisados acumularam taxas negativas, com destaque para Aracaju (-9,30%) e Belo Horizonte (-3,70%). Outras seis cidades tiveram aumento. A alta mais expressiva ocorreu em Vitória (14,43%).

Com base na cesta mais cara que, em novembro, foi a de Florianópolis, e levando em consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário mínimo deve ser suficiente para suprir as despesas de um trabalhador e da família dele com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o DIEESE estima mensalmente o valor do salário mínimo necessário.

Em novembro de 2019, o salário mínimo necessário para a manutenção de uma família de quatro pessoas deveria equivaler a R$ 4.021,39, ou 4,03 vezes o mínimo de R$ 998,00. Em outubro de 2019, o piso mínimo 1 Em novembro, houve um problema na coleta e a cesta de Brasília não pode ser calculada. necessário correspondeu a R$ 3.978,63, ou 3,99 vezes o mínimo vigente. Já em novembro de 2018, o valor necessário foi de R$ 3.959,98, ou 4,15 vezes o salário mínimo, que, na época, era de R$ 954,00. 

Cesta básica x salário mínimo

Em novembro de 2019, o tempo médio necessário para adquirir os produtos da cesta básica totalizou 89 horas e 10 minutos, e, em outubro, 88 horas e 39 minutos. Em novembro de 2018, quando o salário mínimo era de R$ 954,00, o tempo médio foi de 91 horas e 13 minutos.

Quando se compara o custo da cesta e o salário mínimo líquido, ou seja, após o desconto referente à Previdência Social, verifica-se que o trabalhador remunerado pelo piso nacional comprometeu, em novembro, 44,05% da remuneração para adquirir os produtos. Esse percentual foi maior do que o de outubro, quando ficou em 43,80%. Em novembro de 2018, quando o salário mínimo valia R$ 954,00, a compra demandava 45,07% do montante líquido recebido

Veja Também

PROCON realiza fiscalização em lojas do Shopping Três Lagoas
Anhanduí recebe nova viatura do Samu
Região das Moreninhas organiza mega ação de combate ao Aedes aegypti
Três Lagoas disputa 1ª Copa Sul Americana de Futebol Infantil no Paraná
Naviraí realiza missa de 3 anos do falecimento de ex-vice-prefeito
Feicc apresenta a lojistas novidades em calçados para crianças e adultos
PMA de Dourados prende pescador por pesca de 21 kg de pescado durante piracema
Ação da Energisa oferece benefícios aos consumidores de Anastácio e Aquidauana
Projeto Movimenta Campo Grande entra no combate à dengue
Criado em Dourados dia municipal de combate à corrupção