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18 de julho de 2018 • Ano 7
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Segurança Pública

PM de MS ameaça aquartelar por reajuste salarial

Categoria aguarda contraproposta do governo estadual até o próximo dia 18

9 Ago2017Da redação13h32

A  Associação de Cabos e Soldados da Polícia Militar e Bombeiro Militar de Mato Grosso do Sul (ACS) reuniu, na manhã desta terça-feira (08), seus diretores da Capital e do Interior e definiu para o próximo dia 18 (sexta-feira) o prazo final para uma contraproposta do governo do Estado sobre o reajuste salarial da categoria. Na data, uma assembleia geral da categoria será realizada, onde até mesmo um aquartelamento poderá ser desencadeado.

“A categoria está insatisfeita não só com a proposta dada à Polícia Militar e ao Corpo de Bombeiros, mas também com o tratamento desigual dado a outras categorias, o que nunca aconteceu. Uma medida mais radical pode ser definida na assembleia, mas quem decide é a tropa. A participação de todos os policiais, de soldado a coronel, é de suma importância”, destacou o presidente da entidade, Edmar Soares da Silva.

A assembleia será realizada em horário e local a serem definidos, mas informados previamente nos canais de comunicação da ACS.

O Governo do Estado, antes irredutível e com uma proposta de reajuste zero, cedeu e ofereceu um reajuste linear de 2,94% para todo o funcionalismo público, inclusive policiais militares e bombeiros, a partir de outubro.

A proposta desagradou os representantes dos militares, já que, no ano passado, o Executivo havia se comprometido em implantar a política de verticalização salarial da categoria.

Pela proposta elaborada pela ACS, o soldado em início de carreira passaria a receber, até 2018, 20% do que ganha um coronel do mesmo nível.

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