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Mapeamento

Parque dos Poderes e das Nações Indígenas ganham estudo fundiário inédito

Trabalho ajudará governo estadual a planejar ações voltadas às duas áreas

7 Jun2017Da redação14h49
(Foto: Edemir Rodrigues/Governo de MS)
  • (Foto: Edemir Rodrigues/Governo de MS)

Com o propósito de assegurar importantes áreas em Campo Grande, a equipe de regularização fundiária e cartografia da Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural (Agraer) está desenvolvendo um estudo fundiário sobre toda a extensão territorial do Parque dos Poderes e Parque das Nações Indígenas.

O atual estágio do projeto foi apresentado, nesta terça-feira (6.6), aos secretários de Estado de Administração e Desburocratização (SAD), Carlos Alberto de Assis e de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar (Semagro), Jaime Verruck. O detalhamento de ambos os estudos foram elucidados pelo gerente de regularização fundiária e cartografia da Agência, André Borges. O diretor-presidente da Agraer, Enelvo Felini, também marcou presença no encontro.

“Nós não tínhamos um estudo dos Parques dos Poderes e nem das Nações Indígenas e sentimos a necessidade de um mapeamento sobre o assunto. É um trabalho para que o Governo do Estado pense em um planejamento das suas ações voltado às duas áreas”, enfatizou André Borges.

O Parque dos Poderes abriga as mais importantes entidades dos três poderes: legislativo, executivo e judiciário. Algumas áreas pertencentes ao município, Estado e União. “Pelo estudo você vê que há áreas que pertenciam ao Governo do Estado e o governo fez doação à União, Justiça Federal e Receita Federal, por exemplo”, observou o secretário da Semagro, Jaime Verruck.

Segundo André Borges, dos dois trabalhos em andamento o mais desafiador deles é o projeto sobre o Parque das Nações Indígenas. “O estudo do Parque das Nações é bem mais complexo do que outro. A nossa equipe teve que estudar matrícula por matrícula dos lotes que constituem o que hoje é o parque”,

Ecologia e lazer - Considerado o maior parque urbano do mundo, com extensão de 119 hectares, o local oferece infraestrutura adequada para a prática de esportes e lazer. Originalmente chamado “Parque do Prosa”, o Parque das Nações Indígenas é uma das maiores áreas verdes de Campo Grande. Coincidência ou não, a área que, atualmente, forma o principal ponto de lazer da população campo-grandense, já serviu de endereço para práticas agrícolas e, atualmente, coube a Agraer, instituição de agricultura familiar, cuidar do mapeamento de tudo em benefício da preservação ecológica.

No passado, sobre terras férteis de diversos proprietários que se serviam do local para a produção de hortifrutigranjeiros e para a criação de animais de pequeno porte, o governo estadual resolveu instalar esta área de lazer, por causa da posição geográfica privilegiada – nos altos da Avenida Afonso Pena.

Mapas foram colocados à disposição do público da reunião para conferência. “É um belo trabalho cartográfico que vai ajuda a preservar e a planejar as futuras instalações tanto do Parque dos Poderes como do Parque das Nações Indígenas. O resultado final será levado ao conhecimento do governador Reinaldo Azambuja. Este é mais um trabalho que a Agraer vem desenvolvendo para contribuir com a gestão estadual”, afirmou o dirigente da Agência, Enelvo Felini.

No ano passado, a Agraer havia entregado um mapa detalhado do Parque dos Poderes, com informações atualizadas de cada lote onde estão alocadas as secretarias, autarquias e outras entidades das esferas do Executivo, Legislativo e Judiciário. “Se vê que é um trabalho muito bem feito pela equipe da Agraer. Acredito que, na história do Estado, é um estudo inédito. Todas as documentações geradas auxiliarão nossas decisões futuras”, enfatizou secretário da SAD, Carlos Alberto Assis.

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