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27 de abril de 2018 • Ano 7
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Pantanal

Raio X da Bacia do Alto Paraguai

Dados colhidos via geoprocessamento serão apresentados a pesquisadores

16 Jun2017Da redação08h38

Nesta segunda-feira (19), às 9h, no anfiteatro do bloco A da Universidade Católica Dom Bosco (UCDB) será apresentado pelo professor Me. Fábio Ayres aos representantes do Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul, um Raio X da Bacia do Alto Paraguai.  Também vão participar do evento membros da Embrapa Gado de Corte, da Universidade Nacional do Paraguai e do grupo Cerrado Pantanal da ONG WWF-Brasil.

Os resultados expostos são referentes ao mapeamento do uso e da cobertura do solo realizado por uma equipe técnica da Católica em parceria com a ONG. As Instituições firmaram um convênio, este ano, por meio da Fundação Tuiuiú.

Em cinco meses, de janeiro a maio de 2017, o uso e a ocupação do solo de toda extensão do lado brasileiro da Bacia do Alto Paraguai, que representa 62% do complexo e inclui grande parte do Pantanal, foram mapeados via geoprocessamento. Estudo envolveu também os professores Me. Ana Paula Silva Teles e Me. Fernando Jorge Correa Magalhães Filho, além de três acadêmicas de Engenharia Sanitária e Ambiental: Mariana Pereira, Milina de Oliveira e Maria Úrsula de Araújo.

A área já era monitorada pela WWF-Brasil desde 2002, mas pela primeira vez, ferramentas utilizadas pela UCDB possibilitaram a produção de dados mais precisos. No Laboratório de Geoprocessamento da Universidade a equipe técnica analisou as imagens registradas pelo satélite Landsat 8 disponibilizadas pela Agência Espacial Americana (Nasa), no período de julho e agosto de 2016, época de seca.

O relatório desenvolvido indicou as áreas ocupadas com atividades agropecuárias tanto na planície, quanto no planalto, chamadas de antrópicas, e também as áreas naturais da região. Além disso foi possível identificar a quantidade de água e até mesmo os pontos que foram vítimas de queimadas.

Dados que devem auxiliar no planejamento da ocupação da região e na preservação do ecossistema, que inclui o Pantanal. “Queremos difundir esse material para que sirva de insumo para pesquisas na graduação e na pós-graduação e, também, queremos apresentá-lo ao poder público para auxiliar no planejamento das regiões e incentivar políticas de ocupação”, explicou o coordenador do projeto, Me. Fábio Ayres.

 

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