Campo Grande •13 de Dezembro de 2017  • Ano 6
OrganizaçãoIvan Paes BarbosaDiretor de RedaçãoUlysses Serra Neto
Full banner ALMS - Materiais Campanha Gestão para Pessoas Sustentação

Da Agência Brasil | Quarta, 14 de Setembro de 2016 - 12h24Omissão dos cidadãos contribui com a violência homofóbica, diz coordenador“São cenas impressionantes de violência bárbara e homofóbica", afirma

O coordenador do programa estadual Rio sem Homofobia (RSH), Cláudio Nascimento, disse hoje (14) que a omissão das testemunhas da agressão a uma travesti, no último domingo (11), na zona oeste do Rio de Janeiro, contribuiu para que a violência ocorresse.

“São cenas impressionantes de violência bárbara e homofóbica. Três homens agredindo a travesti e a irmã dela, e o pior, com várias pessoas ao redor sem fazer nada. Choca demais. Temos inúmeros casos de violência homofóbica acontecendo e o fato de a população apenas discordar disso não ajuda a vítima. Quem presenciar alguma ação do tipo, tem que procurar apoio. Entendemos que, em muitos casos, a intervenção não se dá pelo temor de sua própria segurança, mas quando esse for o cenário, que a pessoa se desloque e ligue para um policial, ou procure um por perto. O que não cabe é ficar parado assistindo”, disse.

Segundo Cláudio Nascimento, é possível denunciar casos de homofobia por meio do Disque Cidadania LGBT, que funciona pelo número 0800 0234 567. O coordenador disse que conversou com o delegado Daniel Mayr, responsável pela ocorrência, e que as autoridades estão tratando o caso como violência homofóbica. Nascimento classificou como importante o parecer da polícia já que, segundo ele, muitos delegados têm dificuldade em tratar casos como esse.

“Eu venho tendo um diálogo com o Mayr e ele está tratando o caso como violência homofóbica. Isso é importante, pois muitos delegados atualmente têm dificuldade de ter essa sensibilidade, de assumir que o caso envolve esse fator motivacional. As investigações vão continuar, segundo o delegado, e eu, assim como toda a sociedade, espero uma resposta firme do Estado”.

De acordo com o coordenador do Rio sem Homofobia, a travesti encontra-se fisicamente bem, na medida do possível, mas muito abalada psicologicamente. “Está traumatizada demais, muito triste e preocupada com a família. Estamos dando todo o suporte a ela. Já teve atendimento médico e está se comportando bem. Veremos se ela necessitará de alguma cirurgia, embora tenha rechaçado a possibilidade. De todo modo, estaremos de perto para ajudá-la em um momento delicado como este”, concluiu.

Veja Também
Quarta, 13 de Dezembro de 2017 - 11h05No STF, Dodge defende que PF não pode firmar acordos de delação premiada Para Dodge, o delegado da PF não teria a prerrogativa de oferecer prêmios ao colaborador
Moradores protestam após isolamento em rodovia
Após denúncia, polícia encontra revólver e pistola com homem
Coral Fronteira e Laço de Ouro se apresentam hoje na Cidade do Natal
Quarta, 13 de Dezembro de 2017 - 07h53Terminam nesta sexta-feira as inscrições na Missão Pedagógica no Parlamento
Quarta, 13 de Dezembro de 2017 - 07h35Cineclube Marginália exibe Boi Neon no MIS com entrada franca Entrada é gratuita e a classificação indicativa do filme é de 16 anos
Quarta, 13 de Dezembro de 2017 - 06h58Capital pode ter chuva nessa tarde Umidade relativa do pode variar entre 55% e 90%
FlexPark tem 10 dias para esclarecer sobre aplicativo
Empresas envolvidas em corrupção serão impedidas de firmar contratos com o Governo
Terça, 12 de Dezembro de 2017 - 12h47Veja onde acontecem obras e serviços da CCR MSVia na BR-163/MS Obras poderão ser interrompidas em caso de chuvas
Square banner notícias UCI
Vídeos
Últimas Notícias  
Diário Digital no Facebook
DothNews
Rec banner - Patio central
DothShop
© Copyright 2014 Diário Digital. Todos os Direitos Reservados
© Copyright 2017 Diário Digital. Todos os Direitos Reservados
 Plataforma Desenvolvimento