Campo Grande • 08 de dezembro de 2016 • Ano 5
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Da redação | quarta, 21 de setembro de 2016 - 18h10MS é o terceiro em solidez fiscal, segundo o Ranking de Competitividade 2016Grau de "solidez fiscal" indica a qualidade na gestão das contas públicas

(Foto: Divulgação)

Mato Grosso do Sul é o terceiro em solidez fiscal no Ranking de Competitividade 2016, segundo estudo realizado pelo Centro de Liderança Pública (CLP), em parceria com a Tendências Consultoria e a Economist Intelligence Group, divulgado na última segunda-feira (19). Roraima é o primeiro, seguido do Pará.

O grau de “solidez fiscal” indica a qualidade na gestão das contas públicas, e avalia os estados com base em seis indicadores: capacidade de investimento; resultado nominal; solvência fiscal; sucesso da execução orçamentária; autonomia fiscal e resultado primário.

O Amapá foi o estado que mais evoluiu em relação ao ano anterior, passando de 26º colocado em 2015 para 4º em 2016. Outros estados também tiveram uma melhora significativa, como o Rio Grande do Norte, que subiu 19 posições, e Roraima, que avançou 12.

O Rio de Janeiro teve a maior queda (12 posições), seguido do Distrito Federal e Espírito Santo, que caíram nove posições.

Segundo o estudo, estados do Norte e Nordeste tendem a ter um desempenho superior a estados do Sul e Sudeste. Em 2016, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul não geraram resultados primários (relação entre gasto e arrecadação, em % do PIB estadual) tão significativos. Roraima, Amapá e Mato Grosso do Sul apresentaram resultados primários positivos e elevados, mostrou o levantamento.

Na categoria “potencial de mercado”, o estado mais bem posicionado foi São Paulo, bem à frente dos demais. Mato Grosso ocupou a segunda posição, seguido por Roraima. Rio Grande do Sul teve a maior queda, passando de 10º em 2015 para 24º colocado em 2016. Entretanto,  Acre e Tocantins tiveram significativos avanços, subindo 19 e 18 posições, respectivamente.

Este quesito considerou três indicadores: tamanho de mercado; taxa de crescimento; e crescimento potencial da força de trabalho. Em ambos os pilares, 14 estados, mais da maioria, perderam posições em comparação a 2015.

O ranking mostra que a forte desaceleração econômica causou impacto na classificação dos estados. Nos pilares “solidez fiscal” e “potencial de mercado”, os estados apresentaram mudanças significativas de posição em relação ao ano anterior.

Segundo o estudo, a queda na atividade econômica afetou os estados de forma heterogênea. Mato Grosso, por exemplo, apresentou crescimento do PIB de 3,41%, (média dos últimos cinco anos), taxa próxima dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) com os melhores desempenhos. Vários estados, entretanto, tiveram desempenho ruim. Minas Gerais teve crescimento médio de somente 0,21% entre 2011 e 2015.

São Paulo, com um PIB menor do que apenas 15 países da OCDE, possui a força econômica de nações como a Suécia e a Polônia, diz o levantamento. Sua taxa de crescimento, no entanto, foi de 0,79%, em linha com a desaceleração da atividade econômica observada no País.

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