Campo Grande •23 de Agosto de 2017  • Ano 6
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Elaine Silva - Especial para Diário Digital | Quarta, 15 de Março de 2017 - 06h55Motoristas do transporte coletivo paralisamRetorno está previsto para ás 7 horas

  
Alguma pessoas esperaram 4 horas pelos coletivos (Foto: Luciano Muta)
  • Alguma pessoas esperaram 4 horas pelos coletivos
  • Ônibus voltaram após três horas paralisados (Foto: Luciano Muta)
  • Presidente do sindicato dos transporte coletivo (FOTO:Luciano Muta)
  • Presidente do sindicato dos caminhoneiros (FOTO:Luciano Muta)

Desde ás 4h da madrugada de hoje (15), trabalhadores ficaram nos pontos esperando, sendo que muitos contaram com caronas amiga, Táxi, Uber e Moto-Táxi, para chegar ao seu destino, por conta da paralisação dos motoristas do transporte coletivo.  

Segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores Transporte Coletivo, Demitrio Ferreira de Freitas,foi decidido ontem, por meio de uma comissão, aderir à movimentação, prevendo um inicio para as 4 h da manhã e termino as 7h, porém em uma forma de juntar forças, por volta das 7h40 representantes dos sindicatos se deslocaram até a Praça Ary Coelho, se juntando com os professores, sendo que por volta das 8h o transporte coletivo voltou a  circular normalmente.

Entre o movimento estava presente o presidente do sindicado dos caminhoneiros, Raimundo Nonato, oferecendo apoio à luta dos trabalhadores. “Em conversa decidimos, continuar rodando normalmente, porém vamos oferecer nosso apoio”, afirma Nonato.

Já o presidente da Federação dos Trabalhadores na Construção Civil e do Mobiliário e Montagem Industrial do Estado do MS (Fetricom-MS) Webergton Sudario, relata que está acontecendo a morte da aposentaria. “Para um burocrata é impossível ele avaliar o tempo de serviço de uma pessoa. Não aceitamos isso, estamos buscando apoio dos deputados federais e vamos continuar, até que eles veja que a população não está quebrada e não vamos aceitar”, afirma o Sudario.

Durante o período de 4 horas a greve movimentou cerca de 800 trabalhadores do transporte coletivo, além de indígenas da cidade de Sidrolândia, que se locomoveram juntamente para lutar contra a Reforma da Previdência. Na praça Ary Coelho, eles se juntaram com cerca de 5 mil professores pretende ter varias atividades durante todo o dia.   

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