Campo Grande •24 de Junho de 2017  • Ano 6
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Valdelice Bonifácio | Quarta, 19 de Outubro de 2016 - 20h19Moradores do Canguru fecham avenida em protestoConstrução de casas em mutirão parou devido à falta de materiais e pagamento

  
Protesto fechou principal avenida do Jardim Canguru na tarde desta quarta-feira (Foto: Divulgação)
  • Protesto fechou principal avenida do Jardim Canguru na tarde desta quarta-feira
  • (Foto: Divulgação)

A Avenida Catigua, a principal do Jardim Canguri, em Campo Grande, foi fechada mais uma vez na tarde desta quarta-feira, dia 19 de outubro. O protesto dos moradores que foram transferidos da antiga favela Cidade de Deus é por moradias. Eles alegam que os trabalhadores contratados para a construção das casas estão sem receber salários e por isso as obras não avançam.

Eles aguardavam o posicionamento da Organização Social Morhar, responsável por fornecer material de construção e pagar os trabalhadores. Segundo moradores, representantes da organização teria prometido o pagamento para a manhã de hoje, mas ninguém apareceu no local até o fim da tarde, quando as famílias fecharam a via para chamar atenção do poder público.

A Polícia Militar (PM) esteve no local. Com a chegada da Tropa de Choque, os manifestantes se dispersaram. Porém, novos protestos não estão descartados.

Houve rumores de que um rapaz teria sido esfaqueado durante o protesto. Contudo, moradores informaram que o houve um esfaqueamento dentro de um bar localizado na Avenida Catigua, mas que o crime não tem qualquer relação com o manifesto.

Os moradores do Jardim Canguru não são os únicos a reclamarem da Morhar. Na segunda-feira passada, dia 17, famílias do loteamento Bom Retiro, localizado na região da Vila Nasser, também fecharam ruas. A situação é a mesma. Sem materiais e salários, as obras não avançam.

Na ocasião, a reportagem do Diário Digital consultou a prefeitura que mantem convênio com a Morhar . Em nota encaminhada à redação, o Poder Público municipal informou que está em dia com os compromissos que mantém com a entidade. "A prefeitura não tem nenhum vínculo empregatício com as pessoas que atuam na construção das casas. O convênio entre a PMCG e a ong Morhar é para construção de 300 casas por meio do programa de  mutirão assistido. Até o momento, e administração municipal está em dia com os compromissos que mantém com a entidade", disse a nota.

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