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21 de abril de 2018 • Ano 7
Diretor de RedaçãoUlysses Serra Neto
Bom Retiro

Em protesto, moradores cobram construção de casas

Salários dos trabalhadores estão atrasados; prefeitura diz ter pago Ong corretamente

17 Out2016Da redação16h39
(Foto: Divulgação)
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Moradores do Loteamento Bom Retiro, na região da Vila Nasser, em Campo Grande, realizaram protestos nesta segunda-feira, 17 de outubro, fechando ruas da localidade com uso de móveis, pedaços de pau e faixas. As famílias que foram removidas da antiga favela Cidade de Deus, no Bairro Dom Antônio, cobram a construção das residências, cujas obras estariam paralisadas. Pedreiros e serventes não recebem salários há dois meses. Além disso, faltam materiais de construção para trabalhar.

A ONG Morhar Organização Social responsável pelo repasse dos materiais de construção e pelo pagamento dos funcionários, disse ao encarregado da obra que iria nesta segunda-feira, dia 17, ao local para pagar os trabalhadores, mas não compareceu e nem atende o telefone celular.

Conforme informações de moradores de comunidade, eles já vem adiando o encontro há duas semanas. Ainda de acordo com as informações a ONG Morhar, teria recebido cerca de 3,5 milhões  da Prefeitura de Campo Grande, para a construção das casas e o pagamento dos trabalhadores.

Conforme os trabalhadores, a situação está complicada. “Temos família e crianças pequenas, para sustentar”, desabafou um deles. Recentemente, a ONG teria alegado que o atraso do pagamento se devia à greve dos bancos. 

A prefeitura de Campo Grande informou que está em dia com os compromissos que mantém com a ONG Morhar. "A prefeitura não tem nenhum vínculo empregatício com as pessoas que atuam na construção das casas. O convênio entre a PMCG e a ong Morhar é para construção de 300 casas por meio do programa de  mutirão assistido. Até o momento, e administração municipal está em dia com os compromissos que mantém com a entidade", disse o poder público municipal em nota encaminhada ao Diário Digital.

 

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