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19 de junho de 2018 • Ano 7
Diretor de RedaçãoUlysses Serra Neto
Protestam

Manifestantes criticam medidas do governo e colhem assinaturas

Protesto foi realizado no Centro de Campo Grande na tarde desta quinta-feira

13 Out2016Da redação17h55
(Foto: Roberto Okamura)
  • Manifestantes fizeram coleta de assinaturas contra a reforma da Previdência
  • (Foto: Roberto Okamura)
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Integrantes da Frente Brasil Popular-MS realizaram ato nesta quinta-feira, 13 de outubro, às 16h, na esquina Calógeras e Afonso Pena, em Campo Grande. Eles denunciando perdas em educação, saúde e assistência social que, segundo os manifestantes, estão representadas pela PEC 241/2016 e outras medidas do governo federal

A PEC 241 congela gastos federais para os próximos 20 anos. “Isso significa falta de verbas em hospitais e escolas, é um freio nos investimentos em saúde e educação previstos na Constituição!  No entanto, essa mesma proposta não coloca limites para os juros da dívida, que vai aumentar e penalizar ainda mais os trabalhadores”, dizem os sindicalistas em nota divulgada à imprensa.

Quanto ao PL 4567, que exclui a Petrobras como operadora do pré-sal, ele representa retirar 50 bilhões de reais nos investimentos de educação e saúde e jogar no lixo as metas do Plano Nacional de Educação. Também retira 116 bilhões dos recursos da União para jogar na mão de investidores estrangeiros.

O protesto incluiu ainda coleta de assinaturas e críticas contra a reforma da Previdência do atual governo. “ A idade mínima para se aposentar vai para 65 anos, e, às próximas gerações, 70! Com a desvinculação do reajuste do salário mínimo, 22,1 milhões de brasileiros terão seus benefícios desvalorizados e 70% dos beneficiários terão sua renda congelada. O tempo de contribuição dos trabalhadores rurais irá para 65 anos”, dizem os manifestantes.

 

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