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Inclusão

UFMS inicia tradução de editais em Libras

Todos os editais deverão contar com tradução para linguagem Libras

3 Fev2017Da redação12h24

Destinada a assegurar e a promover, em condições de igualdade, o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais, a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei n. 13.146/15) institui a obrigatoriedade de tradução completa de editais e de suas retificações em Libras.

Ao observar esse direito, a UFMS dá início ao processo de tradução dos editais em Libras, com vídeos recém publicados no youtube (https://www.youtube.com/channel/UCo4KFAsx2ZheQxOm8u8bO8A), por meio do canal WEBTV UFMS, e que em breve estarão também no sítio http://www.concursos.ufms.br/.

“Temos a preocupação de cumprir a legislação no que diz respeito às atividades públicas, em especial os editais que oferecem vagas com seleção, recrutamento e lotação de pessoas. Muitos só conseguem acessar os detalhes do edital por meio da Língua Brasileira de Sinais (Libras)”, explica o Pró-Reitor de Gestão de Pessoas (Progep), Antonio José Angelo Motti.

Para expandir o público atingido, também serão publicadas versões em áudio e oferecidas impressões em Braile dos editais para os deficientes visuais. Os impressos ficarão disponíveis para consulta na Divisão de Recrutamento e Seleção.

Além de atender as exigências legais, a proposta da atual gestão é criar uma cultura interna de maior inclusão, segundo o Pró-Reitor. “Essa é uma linha inclusiva, de acessibilidade e ações afirmativas que promove a cultura da isonomia, condições de igualdade”, completa Motti.

O projeto é uma realização, em parceria, da Progep, Secretaria Especial de Comunicação Social e Científica (Secom) e Secretaria Especial de Educação a Distância e Formação de Professores.

O primeiro projeto foi a tradução do edital e sua retificação para Concurso Docente Libras (Edital UFMS/Progep n. 104/2016). Atualmente dois intérpretes trabalham na tradução dos editais.

Para a servidora Driele Borges de Calazans Rosa, a tradução é resultado de uma luta antiga da comunidade surda que com a Lei de Inclusão passou a ter garantida mais esse direito respeitado.

“Todo esse trabalho é muito sério, porque busca promover a acessibilidade de maneira integral. Ainda temos ajustes a fazer, mas iniciamos uma nova era”, diz a intérprete Driele que atua com Libras nas salas de aula da Cidade Universitária e agora participa do projeto de tradução dos editais.

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