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16 de outubro de 2019 • Ano 8
Diretor de RedaçãoUlysses Serra Netto
Campo Grande

Lago do Parque das Nações volta a receber água

De acordo com Secretário, o Lago Parque das Nações estará cheio em 48h

9 Out2019Brenda Leite18h30
(Foto: Marco Miatelo)
  • Assim que teve início a operação os patos que vivem no local voltaram para a reserva
  • (Foto: Marco Miatelo)
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Há cerca de cinco meses começaram as obras no lago do Parque das Nações Indígenas, em Campo Grande, o que levou o lago a ficar vazio por meses durante este ano. Na tarde desta quarta-feira (09), o Secretário de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar (Semagro), Jaime Elias Verruck, esteve no local para dar início à nova etapa: o fechamento da comporta, trazendo assim, o lago de volta para a população. A reabertura para o público acontecerá na véspera do feriado de criação do Estado, nesta quinta-feira (10).

Em coletiva de imprensa, Jaime Verruck declarou que aguardava a devida autorização dos engenheiros responsáveis pela revitalização, que visa impedir o assoreamento do local. “Nós tínhamos uma preocupação de voltar o lago e ter o risco de rompimento, então optamos por aguardar o laudo para que pudéssemos encher e, assim, voltar com a beleza que é nosso lago aqui do Parque”.

O secretário ainda declarou que a intenção maior é proporcionar que a população explore o local durante o feriado. “Começamos a encher o lago hoje, o que irá levar 48h para chegar até o nível programado, para que todos possam vir visitar e apreciar durante todo esse feriado prolongado que está por vir. Sabemos da importância cultural que este local tem, e não poderíamos deixar com que se perdesse desta forma. Estamos buscando soluções viáveis para o manter em perfeito estado”, finalizou.  Segudo ele, a estimativa para as obras são de até R$ 900 mil.

Ao total serão necessários 6 mil m³ de água para encher o lago, entretanto, nesta etapa, será cheio média de 70%, como forma de prevenção e, visto que será esvaziado novamente em torno de 60 e 90 dias, para a realização de demais obras no local, como a construção de gabiões, para conter o assoreamento do lago.

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