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24 de setembro de 2018 • Ano 7
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Campo Grande

Jardim Carioca ganha travessia e prolongamento da Avenida 7 sai em 2018

Estrutura encurta em 6 quilômetros acesso ao polo empresarial Oeste e ao Indubrasil, onde muitos moradores da região trabalham

13 Out2017Da redação08h50

Provavelmente dentro de 10 dias os moradores do Jardim Carioca já poderão fazer de forma segura a travessia sobre o Córrego Imbirussu pela passarela metálica que está sendo instalada no prolongamento da Rua Sylvio Ayala. A estrutura encurta em 6 quilômetros o acesso ao polo empresarial Oeste e ao Indubrasil, onde muitos moradores da região trabalham.

Para 2018,  dentro do projeto  das obras de pavimentação e drenagem do Complexo Nova Campo Grande, está programada a construção de um ponte com o prolongamento da Avenida 7.

Ano passado, a prefeitura perdeu R$ 1 milhão porque o perdeu prazo para execução desta ponte, projetada para 25 metros de extensão e 10,5 metros de largura (com espaço para ciclovia).  O recurso foi obtido junto à Sudeco no final de 2013 e o convênio assinado no ano seguinte.

Na próxima segunda-feira (16), equipes da Secretaria de Infraestrutura e Serviços Públicos começam  a fazer  o aterro (o encabeçamento) da passarela para então ser liberada a passagem. A passarela, que custou R$ 97.982,48, tem um vão livre de 24 metros e 1,5 metro de largura.  Na terça-feira (10)  funcionários da empresa contrataram  finalizam o acabamento da pintura.

Desde março os  moradores usam uma  “pinguela”  de  madeira construída por eles  próprios, sem corrimão lateral e que com as últimas chuvas teve uma inclinação. No início do ano, a antiga travessia (construída no local onde foi instalada a estrutura metálica) foi arrastada pela chuva que ampliou bastante as margens do Imbirussu.

“Tomamos a iniciativa de construir esta  passarela improvisada  porque era uma necessidade da população do Jardim Carioca, que trabalha nas indústrias do polo empresarial. Com esta travessia, o trajeto de bicicleta até o Indubrasil não passa de 30 minutos,  por cortar o caminho pela metade.  Pela  Avenida Solon Borges são  6  quilômetros até a entrada no Núcleo Industrial”,  conta o aposentado João Gamarra. Ele mora há 26 anos na região e mobilizou os vizinhos para comprar madeira e trabalhar na construção da pinguela  num fim de semana.

O comerciário Alex Santos, que trabalha num supermercado em indubrasil, disse que vale a pena o risco de atravessar a passarela improvisada, porque  não precisa sair tão cedo de casa para chegar às 7 horas da manhã, quando o mercado onde trabalha abre as portas. No retorno para casa à noite ele prefere o percurso mais longe pela avenida, por ser um mais seguro.

“Esta passarela ficou muito boa”, elogiou o motorista José de Souza, que está no bairro desde 1990 e enquanto trabalhou em um curtume instalado no Núcleo Industrial do Indubrasil, usou a antiga passarela.

Além do aterro das cabeceiras, será feita a extensão da rede de elétrica para instalar iluminação pública e com isto garantir maior segurança durante a travessia noturna. Também está  prevista a recuperação da Rua Sylvio Ayala (que serve de acesso à  passarela), que receberá algumas tubulação para escoamento da enxurrada.

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