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23 de agosto de 2019 • Ano 8
Diretor de RedaçãoUlysses Serra Netto
Voluntários

Entidade atende 250 pessoas na Capital

Atendimentos são realizados graças a ajuda de parceiros e doações

20 Jul2019Da redação14h28

Promover pleno desenvolvimento para pessoas com Síndrome de Down, gerando inclusão na sociedade. Esse é o principal objetivo da Associação Juliano Varela, criada há 25 anos em Campo Grande. A entidade, que não tem fins lucrativos, desenvolve programas que atendem gratuitamente 250 pessoas, incluindo bebês, crianças, jovens, adultos e idosos portadores da síndrome e que tenham deficiência mental, autismo, ou microcefalia. 

Para que as atividades tenham mais visibilidade junto ao público, a entidade conta com a ajuda de voluntários e empresas parceiras. A Plaenge, por exemplo, participa de ações sociais com diversas entidades em Campo Grande. “Com a Associação Juliano Varela temos uma bonita história com apoio a eventos beneficentes. Nós também disponibilizamos por dois anos, o nosso Espaço Gourmet da Central de Apartamentos Decorados para o chef Edu Rejala ministrar cursos de gastronomia para os alunos da Juliano Varela. Uma parceria inesquecível”, destaca o gerente regional da Plaenge, Luiz Octavio Pinho. 

Já o Shopping Campo Grande colabora com a associação, por meio de campanhas de doações de roupas e cedendo seu espaço para apresentações culturais dos alunos, como as que aconteceram na festa junina realizada neste ano em sua Praça Central. Além disso, os alunos participam das atrações de lazer promovidas pelo estabelecimento, como forma de inclusão social. 

Estações de trabalho também foram doadas para a associação. Todas as iniciativas, segundo o superintendente do Shopping, Rodolfo Alves, reafirmam o comprometimento do centro comercial com as causas sociais da cidade. “É muito satisfatório e gratificante podermos ajudar de alguma forma e participar ativamente na formação dessas pessoas. Somamos esforços, abrimos espaço para a solidariedade e, com isso, impactamos a realidade de vida de muitas famílias”, enfatiza. 

Atualmente, a associação mantém uma escola e auxilia na inserção dos alunos no mercado de trabalho. A Educação Infantil, Ensino Fundamental e EJA apresentam proposta pedagógica adaptada e acompanhamento da área clínica, atendendo todas as necessidades dos alunos especiais, com auxílio fonoaudiológico, psicológico, entre outros, proporcionando experiências positivas e explorando o potencial dos atendidos, bem como aulas complementares de natação, dança, teatro, capoeira, artes, futebol e aulas externas, com visitas a todos os locais adequados e de novas experiências. 

“Temos, ainda, a primeira banda down rítmica do Brasil, que sempre participa de campeonatos, e o mais legal é que todas as outras bandas são compostas por pessoas que não têm a síndrome, então competem de igual pra igual. Essa é a inclusão que a gente busca, queremos que eles sejam felizes, aceitos, e que possam ir e vir em qualquer meio”, avalia o diretor social da entidade, José Luiz Varela. 

O setor de assistência social, por exemplo, oferece apoio às famílias, principalmente para aquelas que acabam de descobrir que um filho tem a Síndrome de Down. “Não é algo que as pessoas esperam, então é sempre um ‘baque’. Muitas dessas famílias são carentes e sem estruturas para proporcionar qualidade de vida a esse filho especial, e é aí que entra o nosso trabalho de oferecer apoio e atendimentos gratuitos”, explica o diretor.

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