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Operação Antivírus

Gaeco prende ex-deputado Ary Rigo temporariamente

Operação cumpre mandatos de busca e apreensão, prisão preventiva e temporária

29 Ago2017Elaine Silva - Especial para Diário Digital10h16
(FOTO: Luciano Muta)
  • (FOTO: Luciano Muta)
  • (FOTO: Luciano Muta)

O ex-deputado estadual Ary Rigo, foi preso em sua casa no Residencial Dahma, durante a operação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). As informações são de que ele teria sido preso temporariamente e aconteceu busca e apreensão em sua casa. A operação está cumprindo 9 mandados de prisão preventiva, 3 de prisão temporária e 29 mandados de busca e apreensão. 

Antes das 7h, na sede do Departamento de Trânsito do Estado de Mato Grosso do Sul (Detran/MS), saída para Rochedo, também aconteceu o comprimento de um mandado de busca e apreensão de documentos.

Segundo informações preliminares, a operação também está acontecendo em outros órgãos públicos. O diretor adjunto Donizete Aparecido da Silva, chegou na companhia do agentes do Gaeco que o buscaram em sua residência para acompanhar as investigações na presidência. Assim como o Diretor Presidente Gerson Claro que chegou por volta das 9h30.

Os blocos alvos da operação são: 7,9 e 13 que correspondem a Diretoria de Tecnologia da Informação, Presidência e Departamento Administrativo e de Finanças. Cerca de 60 servidores foram impedidos de trabalhar enquanto acontece a operação.

Os diretores de finanças Celso Braz e o diretor de tecnologia Gerson Tomi, foram solicitados para acompanhar as investigações em seus respectivos setores, porém, ainda só a informação de que Tomi estaria acompanhando em seu departamento. A assessoria do órgão informou que até o momento não vai se pronunciar sobre o caso e que não sabe o motivo da investigação. 

O Gaeco deverá dar mais operações sobre a Operação ainda hoje. 

Operação -  A operação tem a finalidade de cumprir 9 mandados de prisão preventiva, 3 de prisão temporária e 29 mandados de busca e apreensão. Os alvos são contratos de informática celebrados entre empresas e o Poder Público.

Crimes - Corrupção ativa e passiva, fraude à licitação, peculato, organização criminosa e lavagem de dinheiro.  

Prisão -  Acabou de acontecer mais uma prisão temporaria. O dono da empresa de informática Digix Jonas Schimidt das Neves, também foi preso pelo Gaeco nessa manhã (29) . 

(Matéria atualizada ás 11h13 para acréscimo de informação)

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