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21 de setembro de 2019 • Ano 8
Diretor de RedaçãoUlysses Serra Netto
Campo Grande

Força-tarefa tenta pôr fim a assoreamento

Prefeitura quer que lagos do Parque das Nações Indígenas estejam limpos ainda neste mês de agosto

7 Ago2019Da redação13h52
(Foto: Denilson Secreta/Prefeitura de Campo Grande)
  • (Foto: Denilson Secreta/Prefeitura de Campo Grande)
  • (Foto: Denilson Secreta/Prefeitura de Campo Grande)

Um equipe composta por 50 trabalhadores com ajuda de  44 equipamentos  (entre caminhões  e máquinas) tenta concluir, ainda em agosto, mês do aniversário de Campo Grande, o desassoreamento do lago principal do Parque das Nações Indígenas, um dos principais cartões postais da cidade.

Desde o dia 11 de junho, quando o trabalho começou pelo lago menor,  já foram retirados  mais de 85 mil metros cúbicos, de um total de 135.474 mil metros cúbicos que estavam assoreando os dois espelhos d’água.  Foram 7.500 viagens de caminhão até o local de descarte.

O trabalho no lago menor, iniciado dia 11 de junho,  terminou duas semanas  depois, dia 25. Foram retirados 15.474 metros cúbicos de areia, exigindo 1.500 viagens de caminhão.

Conforme levantamento do Superintendente de Serviços Públicos da Sisep, engenheiro civil Mehdi Talayeh, em 30 dias de efetivo serviço no lago principal, houve a retirada de 70 mil metros de areia, 58% do sedimento acumulado nos cinco hectares por onde suas águas se espraiavam,  engolidas  por imensos bancos de areia.

Foram computados até aqui, 6 mil viagens, somando, aproximadamente, 25 mil quilômetros rodados, o suficiente para ir e voltar de São Paulo mais de 12 vezes. Falta ainda retirar 50 mil metros cúbicos, o que deve exigir  mais 3 mil viagens dos 30 caminhões envolvidos na operação.

O ritmo dos trabalhos é intenso, de segunda até o final da tarde sábado, das 7 às 17 horas, com uma hora de intervalo para  almoço.  Desde quando começou, foram poucas as interrupções,  quatro  dias de chuva e dois  dias, quando foi preciso interromper o serviço para desobstruir a tubulação do vertedouro do lago. Um dos  desafios  enfrentados foi improvisar  bueiros provisórios  em meio aos bancos de areia para servir de travessia os caminhões sobre o canal original do Prosa, córrego formador do lago junto com o Reveillon e o Joaquim Português.

Além de 50 trabalhadores, entre encarregados, operadores de máquina, motoristas e apontadores, o trabalho no Parque das Nações mobiliza 30 caminhões,  8 escavadeiras, uma pá carregadeira; uma patrola; um trator de esteira; um caminhão de apoiol; um pipa; um comboio e uma retro escavadeira.

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