Campo Grande •20 de Setembro de 2017  • Ano 6
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Valdelice Bonifácio | Quinta, 17 de Agosto de 2017 - 17h00Mostra tecnológica festeja 118 anos de Campo GrandeAplicativo permite ver realidade atual diante de fotografias antigas ou desenhos

  
Stefany Fernandes vê seu desenho feito com lápis de cor se transformar realidade atual na tela do celular (Foto: Marco Miatelo)
  • Stefany Fernandes vê seu desenho feito com lápis de cor se transformar realidade atual na tela do celular
  • Desenhei o monumento porque gosto do Parque das Nações, diz a estudante (Foto: Marco Miatelo)
  • Professor Edgimar Cançanção coordenou a montagem da exposição de fotos e desenhos (Foto: Marco Miatelo)
  • Diante da fotografia antiga, tela do celular mostra a igreja como está atualmente (Foto: Marco Miatelo)
  • Praça das Araras, no Bairro Amambai, no desenho e na realidade atual do aplicativo (Foto: Marco Miatelo)
  • Secretária de Educação do Município Ilza Mateus (Foto: Marco Miatelo)
  • (Foto: Marco Miatelo)
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  • (Foto: Marco Miatelo)
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A aluna Stefany Fernandes não esconde o encantamento ao ver o desenho de sua autoria feito com o lápis de cor se transformar em realidade atual na tela do telefone celular. Ela desenhou o monumento do Cavaleiro Guarani, do Parque das Nações Indígenas, dentro de atividade proposta em sala de aula para os 118 anos de Campo Grande. O trabalho foi escolhido para integrar a mostra de charges e fotografias da Secretaria Municipal de Educação (Semed) que faz uso de tecnologia para mostrar o ontem e o hoje da Capital.

“Desenhei o monumento porque gosto do Parque das Nações. Meu pai me leva lá às vezes. Além disso, tem a presença do índio. Eu tenho aprendido na escola a importância deles na Capital”, relatou a aluna. “Adorei ver em realidade atual. Os dois (desenho e imagem do celular) ficaram lindos”, enaltece a estudante.

A tecnologia usada na exposição é o aplicativo Aurasma, gratuito e acessível à população. Baixado o aplicativo, basta direcioná-lo para a fotografia antiga ou para os desenhos selecionados que aparecerá na tela do computador uma imagem em movimento com a realidade atual daquele local retratado na foto ou desenho.

O professor Edgimar Cançanção que coordenou a montagem da exposição explica que as 65 imagens que fazem parte da mostra foram captadas no acervo do Arquivo Histórico Campo Grande (Arca). Nas imagens é possível ver a Campo Grande de décadas atrás e, depois, com o uso do aplicativo ver a paisagem atual. “Na hora de selecionar, procuramos por fotos de locais que ainda estão na memória das pessoas. Queríamos algo que fosse reconhecido, para depois encantar com a comparação com a atualidade”, relata.

As fotografias mostram pontos turísticos e monumentos históricos da Capital, como o Obelisco, por exemplo. A seleção dos desenhos também foi feita pela equipe da Semed. Dos 4.912 apresentados por alunos da Rede Pública Municipal (Reme), 123 foram selecionados. Ao todo, 40 escolas participaram.

O método para transformar as fotos e os desenhos em realidade atual é o mesmo. O chefe da Divisão de Tecnologia (Ditec) da Semed Guilherme Mathias Ferrari conta que para a tecnologia funcionar é preciso filmar os locais das fotos ou desenhos e colocar no aplicativo. Os vídeos têm duração máxima de 12 segundos para garantir o carregamento rápido.

O trabalho levou dois meses para ser concluído. “Nós filmamos 27 locais, utilizando os próprios celulares”, relata. Quem quiser utilizar o aplicativo não encontrará dificuldades. O Aurasma está disponível gratuitamente na Play Store e App Store. “Basta baixar o Aurasma e aí seguir o usuário que se quer. No nosso caso é o cg_118anos. Aí você passa a ter acesso ao banco de dados deste usuário", detalha.

Lançado em 2011 por uma empresa americana, o aplicativo já é comum no setor cultural. Museus utilizam a ferramenta digital para valorizar seu conteúdo audiovisual. Através dele é feito um mapeamento de qualquer imagem, vídeo ou objeto criando o reconhecimento. Assim, o aplicativo mistura o real com o virtual e gera um conteúdo interativo que surpreende o público.

Satisfeita com a ideia da exposição, a secretária de Educação Ilza Mateus mencionou a importância de comparar passado e presente. “As pessoas poderão ver o passado e como vivíamos em liberdade. Se você observar as fotos, verá que a maioria das casas não tinha muros ou tinhas muros bem baixos”, comenta.

Serviço - A exposição poderá ser conferida no Centro de Formação para a Educação (Cefor) até o dia 28, das 7h30 às 11horas e das 13 às 17h30. A Semed fica na Rua Onicieto Severo Monteiro, 460, Vila Margarida, em Campo Grande.

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