Campo Grande •23 de Janeiro de 2018  • Ano 7
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Mariel Coelho, em especial para o Diário Digital. | Quarta, 6 de Setembro de 2017 - 18h18'Estava muito nervoso', diz espancador ao juizSete pessoas foram ouvidas nesta quarta-feira, em audiência judicial, no Fórum

  
Audiência foi realizada nesta quarta-feira, na 1ª Vara do Tribunal do Juri, de Campo Grande (Foto: Marco Miatelo)
  • Audiência foi realizada nesta quarta-feira, na 1ª Vara do Tribunal do Juri, de Campo Grande
  • (Foto: Marco Miatelo)
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Sete testemunhas de defesa foram ouvidas nesta  quarta-feira, dia 6, em audiência judicial no Fórum de Campo Grande, sobre o espancamento de um jovem praticado em via pública na Vila Jacy, em Campo Grande, no dia 18 de setembro do ano passado. A vítima foi agredida após urinar no carro de Johnny Celestino, 20 anos, um dos réus no caso, assim como outros três rapazes, que aparecem em imagens de vídeo espancando o rapaz.

Durante a audiência, quatro pessoas foram dispensadas. Em todo momento, as testemunhas ouvidas afirmavam que os réus não são pessoas agressivas e que nunca e que demonstraram serem pessoas violentas.

Johnny Celestino e os outros réus Eduardo d'Paula Mendonça de 23 anos, Alessandro Ronaldo, de 27 anos e José Guilherme, de 23 anos estiveram o tempo todo presentes na audiência.

Após as testemunhas serem ouvidas, foi à vez de cada um dos réus prestar seu depoimento perante o juiz. O primeiro a ser ouvido foi Eduardo. Ele contou que estava na festa quando em um determinado momento Jonnhy lhe pediu uma carona informando que um rapaz havia urinado em seu carro.

E que ele acompanhado de Johnny e de Alessandro foram até a casa de um amigo do jovem que teria urinado. “Nós fomos no meu carro até a casa do Gabriel Pessoa, que é amigo da vítima, por que o Johnny queria saber porque ele fez aquilo”, relatou.

Eduardo ainda ressaltou que após conversa entre os envolvidos se iniciou uma briga, mas que em nenhum momento participou das agressões e que pelo menos umas 10 ou 15 pessoas foram atrás da vítima.

O segundo a ser ouvido foi Johnny, considerado o principal agressor. Ele relatou que estava indo embora da festa quando o amigo Gabriel Marques ligou falando o que estava acontecendo, foi até o local e viu um rapaz de camiseta vermelha urinando em seu carro, onde ele pediu uma carona para Eduardo para ir até a casa do amigo do jovem.

Ele ressaltou que algumas pessoas saíram correndo na frente e que quando ele chegou já estavam discutindo. “Na minha cabeça, já tinha começado a briga”, disse Johnny.

O réu alegou que estava muito nervoso, e que sua intenção era apenas perguntar para o rapaz porque ele urinou em seu carro, e que em momento algum tinha interesse de matá-lo.

Durante o testemunho de Johnny, o juiz o questionou em relação aos áudios da gravação da briga. Porém, o réu alegou que não se lembrava do que falou durante a briga e que não bebeu e nem usou drogas. Ele disse apenas que fazia o uso de suplementos, por causa da musculação.

“Cerca de dois dias depois eu me encontrei com ele (vítima) para pedir desculpa. Ele me disse que queria apenas um celular, pois tinha perdido o seu durante a festa. Eu comprei o celular, mas depois ele sumiu. Logo em seguida ele entrou com uma ação pedindo R$ 120 mil e que não queria mais o celular”, contou Johnny.

Johnny afirmou ainda que se arrepende do que fez e que as consequência em sua vida foram muitas. Ele alega que até hoje pessoas ligam para sua casa fazendo ameaças e que até uma delegada de Maringá ligou informando que bandidos teriam utilizados seus dados para cometer crimes.

Já Alessandro Ronaldo alegou que estava bêbedo e que entrou na briga pois estava de carona com Johnny. Ele admitiu que chutou a vítima duas vezes. E José Guilherme contou que quando chegou à briga já havia começado e que deu apenas um chute no rapaz.

Os quatro réus respondem pelo crime de tentativa de homicídio em liberdade.  O juiz Carlos Alberto Garcete de Almeida deu por encerrada esta fase de instrução criminal e agora abrirá prazo para as alegações finais para então decidir se os acusados serão levados a júri popular ou não. 

 

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