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21 de abril de 2018 • Ano 7
Diretor de RedaçãoUlysses Serra Neto
Saúde Pública

Escola da Capital tem 13 casos de alunos com caxumba

Aulas seguem normalmente, porém, escola foi orientada a tomar providências

10 Mai2017Da redação15h40

Treze casos de Parotidite (caxumba) foram confirmados em alunos da Escola Estadual Professor Severino de Queiroz, no Bairro Monte Castelo, em Campo Grande.  As aulas seguem normalmente, porém, a escola foi orientada a tomar providências. Profissionais da Unidade de Resposta Rápida (URR) da Secretaria Municipal de Saúde Pública de Campo Grande (Sesau) levaram orientações ao estabelecimento nesta quarta-feira, dia 10 de maio.

Seguindo as orientações, a escola mandará um bilhete para os pais, informando a situação e pedindo que fiquem atentos aos sintomas e procurem um posto de saúde caso desconfiem da doença. Entre as recomendações, estão evitar aglomerações, deixar janelas abertas e higienizar bem as mãos, medidas semelhantes às da prevenção da gripe.

A equipe pediu que os estudantes procurem a unidade básica de saúde (UBS) ou de saúde da família (UBSF) mais próxima do local de onde moram para acompanhamento médico. Os demais alunos deverão tomar a vacina tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) caso não estejam com o quadro vacinal completo. Essa vacina faz parte do Programa Nacional de Imunização (PNI) do Ministério da Saúde e está disponível em todas as salas de vacinação e não conta com campanha específica de imunização.

Prevenção -  Para crianças menores de 1 ano deve ser administrada uma dose da tríplice viral. Já ao completar 15 meses, deve-se tomar a tetra viral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela). Entre 2 e 29 anos devem ser administradas duas doses da tríplice e de 30 a 49 anos, mais um reforço. A caxumba afeta as glândulas parótidas (salivares) localizadas abaixo e na frente das orelhas. A doença é transmitida pela saliva infectada. 

Algumas pessoas não apresentam sintomas e quando eles ocorrem, incluem glândulas doloridas e inchadas, febre, dor de cabeça, fadiga e falta de apetite. O tratamento se concentra no alívio dos sintomas. A recuperação leva cerca de duas semanas e a vacina é a única forma de prevenir a doença.

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