Campo Grande •28 de Maio de 2017  • Ano 6
OrganizaçãoIvan Paes BarbosaDiretor de RedaçãoUlysses Serra Neto

Da redação | Quarta, 10 de Maio de 2017 - 15h40Escola da Capital tem 13 casos de alunos com caxumbaAulas seguem normalmente, porém, escola foi orientada a tomar providências

Escola Estadual recebeu técnicos da Sesau nesta quarta-feira
Escola Estadual recebeu técnicos da Sesau nesta quarta-feira (Foto: Marco Miatelo)

Treze casos de Parotidite (caxumba) foram confirmados em alunos da Escola Estadual Professor Severino de Queiroz, no Bairro Monte Castelo, em Campo Grande.  As aulas seguem normalmente, porém, a escola foi orientada a tomar providências. Profissionais da Unidade de Resposta Rápida (URR) da Secretaria Municipal de Saúde Pública de Campo Grande (Sesau) levaram orientações ao estabelecimento nesta quarta-feira, dia 10 de maio.

Seguindo as orientações, a escola mandará um bilhete para os pais, informando a situação e pedindo que fiquem atentos aos sintomas e procurem um posto de saúde caso desconfiem da doença. Entre as recomendações, estão evitar aglomerações, deixar janelas abertas e higienizar bem as mãos, medidas semelhantes às da prevenção da gripe.

A equipe pediu que os estudantes procurem a unidade básica de saúde (UBS) ou de saúde da família (UBSF) mais próxima do local de onde moram para acompanhamento médico. Os demais alunos deverão tomar a vacina tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) caso não estejam com o quadro vacinal completo. Essa vacina faz parte do Programa Nacional de Imunização (PNI) do Ministério da Saúde e está disponível em todas as salas de vacinação e não conta com campanha específica de imunização.

Prevenção -  Para crianças menores de 1 ano deve ser administrada uma dose da tríplice viral. Já ao completar 15 meses, deve-se tomar a tetra viral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela). Entre 2 e 29 anos devem ser administradas duas doses da tríplice e de 30 a 49 anos, mais um reforço. A caxumba afeta as glândulas parótidas (salivares) localizadas abaixo e na frente das orelhas. A doença é transmitida pela saliva infectada. 

Algumas pessoas não apresentam sintomas e quando eles ocorrem, incluem glândulas doloridas e inchadas, febre, dor de cabeça, fadiga e falta de apetite. O tratamento se concentra no alívio dos sintomas. A recuperação leva cerca de duas semanas e a vacina é a única forma de prevenir a doença.

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